Sinagoga Ohel Itschak - Itabuna Bahia: Parashah Ha Shavua

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Parashat Shofetim


Resumo da Parashá

A Parashat Shofetim Resumida


Shofetim trata primeiramente dos mandamentos a respeito da criação de um sistema de liderança na Terra de Israel, começando com a designação de cortes, juizes e oficiais em cada cidade. Após esboçar o processo de julgar um idólatra, a Torá ensina que a pena de morte deve ser imposta a qualquer erudito que pronunciar uma decisão contra o Grande Sanhedrin (Suprema Corte de 71 juizes) em Jerusalém, não importa o quanto sejam notáveis os eruditos envolvidos na disputa.
O povo judeu recebe ordens de requisitar um rei assim que estiver instalado em Israel. São relacionados alguns dos presentes especiais que devem ser dados aos cohanim, sacerdotes.
Após descrever a natureza da profecia, a Torá repete as leis do Ir Hamiklat, cidade de refúgio para assassinos acidentais, e descreve o caso judiciário especial de Edim Zomemim, testemunhas conspiratórias.
A Torá então fala de vários aspectos da conduta da nação durante a guerra, dizendo-lhes para não temer os inimigos, e relacionando aquelas pessoas que estão isentas do serviço militar. Deve-se primeiro dar ao inimigo a oportunidade de paz, e o povo judeu deve ser cuidadoso para não destruir nenhuma árvore frutífera durante a batalha.
A porção da Torá conclui com o caso do assassinato não resolvido e com o ritual da eglá arufá, a novilha decapitada, que serve como expiação para o povo das cidades vizinhas por não terem impedido o assassinato.

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Parashat Reê - Vede, Veja

Resumo da Parashá

A Parashat Reê Resumida

Na Parashat Reê, Moshê continua a exortar o povo judeu a seguir os caminhos da Torá, e a confiar em D’us. Moshê começa a colocar as mitsvot em perspectiva, sem ambigüidade, declarando que o povo judeu será abençoado se cumprir a Torá, e amaldiçoado se não o fizer.
Ele começa então uma longa revisão de várias mitsvot, compreendendo a maior parte do livro Devarim. Primeiro discute alguns dos mandamentos que são relevantes à iminente conquista da Terra de Israel pelo povo, conclamando-os novamente a remover qualquer vestígio de idolatria. Após ensinar-lhes certos detalhes sobre a oferenda e o consumo de corbanot, sacrifícios, a Torá ordena que o povo judeu se abstenha de imitar as nações que os circundam. A eles é dito que permaneçam atentos aos falsos profetas e outras pessoas que poderiam afastá-los de D’us, e aprendem as leis de uma cidade judaica que tornou-se tão corrupta que a maioria de seus cidadãos sucumbiu à idolatria, recebendo por isso a pena de morte.
A Torá faz uma revisão sobre quais animais são casher, permitidos para consumo, e quais não o são, seguida pelas leis de ma’aser sheni – o segundo "dízimo", que é consumido por seus proprietários, mas apenas na cidade de Jerusalém.
Após ordenar que todas as dívidas sejam canceladas ao final de cada sétimo ano (Shemitah), e que devemos ser calorosos e caridosos com nossos irmãos, a Torá repete as leis relativas ao servo judeu. Ele deve ser libertado incondicionalmente no sétimo ano e coberto de presentes generosos por seu antigo amo.
A Parashat Reê conclui com uma breve descrição das três festas de peregrinação – Pêssach, Shavuot e Sucot – quando todos deveriam ir a Jerusalém e ao Templo com oferendas, para celebrar sua prosperidade.

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Parashat Devarim - Palavras - Deuteronômio 1:1-3:22


Esta semana começamos o quinto e último livro da Torá, Devarim (Deuteronômio), conhecido na literatura rabínica como Mishnê Torá, a revisão da Torá. Seu conteúdo foi falado por Moshê ao povo judeu durante as cinco semanas finais de sua vida, enquanto o povo se preparava para entrar na Terra de Israel. Nele, Moshê explica e comenta muitas das mitsvot outorgadas previamente e outras que aqui aparecem pela primeira vez. Ele também os adverte continuamente a permanecer diligentes e fiéis às leis e ensinamentos de D’us.
A Parashat Devarim começa com a velada censura de Moshê, na qual faz referência aos numerosos pecados e rebeliões dos quarenta anos anteriores. Prossegue então relatando vários dos incidentes mais significativos que ocorreram com o povo judeu no deserto, lançando uma luz sobre as narrativas prévias da Torá.
Moshê fala da malograda missão dos espiões: dez dos doze homens enviados para vigiar a terra tinham voltado com um relatório negativo, e devido à falta de fé do povo, D’us condenou toda a nação a vagar por quarenta anos no deserto, tempo durante o qual a geração do êxodo morreu. Moshê então avança para discutir a conquista dos Filhos de Israel da margem leste do Rio Jordão. A Porção da Torá conclui com palavras de encorajamento para o sucessor de Moshê, Yehoshua.


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Parashat Pnechas

A Parashat Pinechas Resumida


A Parashá Pinechas começa com D'us concedendo sua bênção de paz e sacerdócio a Pinechas, o neto de Aharon, por assassinar um príncipe da tribo de Shimeon e uma princesa medianita enquanto estavam envolvidos em um ato licencioso em público (ao final da Porção da Torá da semana passada).
A reação zelosa de Pinechas salva o povo judeu de uma peste que havia irrompido no campo. D'us ordena a Moshê e Eleazar (filho e sucessor de Aharon como Sumo sacerdote) a conduzir um novo recenseamento de toda a nação, o primeiro feito em quase trinta e nove anos.
A Torá então relata a reivindicação feita pelas cinco filhas de Tslofchad por uma parte da herança na terra de Israel, pois não tinham irmãos e o pai morrera no deserto. D'us concorda, e pelo mérito destas mulheres justas muitas das leis sobre herança são ensinadas. Depois que D'us mostra a terra de Israel do topo de uma montanha, Moshê recebe ordens de transmitir seu manto de liderança a Yeoshua, colocando a mão sobre sua cabeça, pois Moshê não entraria no país.
A porção da Torá conclui com uma completa descrição dos corbanot, sacrifícios, especiais a serem ofertados nos vários dias festivos durante o ano, acima e além do sacrifício (corban tamid) que é trazido toda manhã e tarde. Estas seções são também lidas na Torá por todo o ano, nos dias festivos apropriados.

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Parashah Chukat _ Estatutos

Resumo da Parashá

A Parashat Chucat Resumida

Chucat começa com o puro decreto da Torá, Chucat Hatorá, uma mitsvá que somos conclamados a cumprir mesmo que não possamos entender seu propósito e sua razão - a vaca vermelha (Pará Adumá), cujas cinzas eram usadas para purificar as pessoas que se contaminaram através de contato com o corpo de uma pessoa morta.
A narrativa então salta 38 anos, para iniciar a descrição do que aparece imediatamente antes do povo judeu entrar na Terra de Israel. A profetisa Miriam morre, e o povo fica sem água, pois o miraculoso poço que os acompanhara durante sua jornada no deserto existia apenas pelo seu mérito.
D'us ordena a Moshê e a Aharon que falem com uma rocha em especial, que produzirá água instantaneamente; em vez disso, Moshê golpeia a pedra com seu cajado, e D'us diz aos dois líderes que eles não entrarão na Terra Prometida.
Depois, o rei de Edom recusa-se a deixar o povo judeu passar, fazendo-lhes tomar uma rota mais distante. Aharon morre e é sepultado no Monte Hor, e seu filho Elazar o sucede como Sumo Sacerdote.
Os Filhos de Israel cantam uma canção de louvor sobre o milagroso poço que D'us tinha feito surgir pelo mérito de Miriam, e a porção termina com as batalhas e vitórias sobre Sichon, o rei de Emori, e Og, o rei de Bashan.

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Parashat Behaalotechá (Ao colocares)

Resumo da Parashá

A Parashat Behaalotechá Resumida

Parashá Behaalotechá inicia-se com uma breve discussão sobre o acendimento diário da menorá de ouro (candelabro de sete braços) no Tabernáculo, seguida por uma descrição do ritual de consagração dos Levitas.
A Torá então descreve a celebração de Pêssach no segundo ano no deserto, completada com a oferenda do corban Pêssach. Aqueles que estão impuros na data regular de Pêssach e, portanto incapazes de participar na oferenda, são ordenados a celebrar Pêssach Sheni, uma celebração similar a Pêssach realizada um mês mais tarde, quando o cordeiro pascal é comido com matsá e ervas amargas.
Após mencionar a nuvem e o fogo que pairavam alternadamente sobre o Tabernáculo, a Torá descreve o procedimento padrão pelo qual os Filhos de Israel levantavam acampamento para continuar suas viagens pelo deserto. Logo após deixar o Monte Sinai e viajar até o deserto de Paran, o povo começa uma série de amargas reclamações. Espicaçados pelo erev rav (a múltipla mistura de povos que juntou-se ao povo judeu na saída do Egito), os Filhos de Israel ficaram insatisfeitos com o maná, sua miraculosa porção diária de pão celestial.
Quando Moshê começa a se desesperar, D'us ordena-lhe que selecione setenta anciãos para compor o Sanhedrin, a corte que o ajudaria a liderar a nação. Quase imediatamente, dois dos membros recém-eleitos anunciam uma profecia no acampamento. D'us envia um enorme bando de codornas, que o povo junta para comer; aqueles que haviam reclamado da falta de alimentos comem demais e morrem durante este fato sobrenatural.
A porção conclui com Miriam falando lashon hará, maledicência, a Aharon sobre seu irmão Moshê. Ela é punida por D'us com lepra, e fica de quarentena fora do acampamento por sete dias.

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Parashat Ki Tetsê - Quando saíres - Deuteronômio 21:10-25:19

Parashá

A Parashat Ki Tetsê 

Ki Tetsê começa discutindo o caso de uma mulher quando capturada por um soldado judeu durante uma batalha. Pelo resto da Porção, a Torá continua com uma lista de várias mitsvot cobrindo vasta gama de tópicos. Relata então os direitos especiais de herança do primogênito, o caso do filho teimoso, a importância de respeitar-se a propriedade de outras pessoas, a obrigação de enxotar a ave mãe do ninho antes de pegar seus filhotes, e que não se deve vestir shatnez, mescla de lã e linho na mesma peça de roupa.
O caso da difamação da mulher casada é então discutido, seguido pela proibição de adultério e outros casamentos proibidos, bem como a ordem de manter o acampamento do exército como local santificado. Após mencionar brevemente o divórcio e o requerimento de um guet (carta de divórcio), a Torá discute o sequestro, a mitsvá de pagar os trabalhadores no tempo apropriado, e o conceito da responsabilidade do indivíduo por suas próprias ações.
A Torá descreve então a consideração especial que deve ser dada a um órfão e a uma viúva, o casamento levirato e a mitsvá de ser honesto nos negócios. Esta Porção da Torá conclui com uma exortação para recordar as atrocidades que a nação de Amalek cometeu contra nós após o Êxodo.

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Parashá Chayê Sara - A vida de Sara - Genesis 23:1-25:18


Resumo da Parashá
A Parashat Chayê Sara Resumida

Chayê Sara começa com a morte de Sara na idade de 127, e a busca de Avraham (Abraão) por um local apropriado que fosse digno de sua grandeza. Avraham recusa-se a aceitar a generosa oferta de Efron (um membro da nação chitita que vivia na terra de Israel) de dar-lhe Mearat Hamachpela na cidade de Hebron sem custo algum, e Avraham termina por pagar uma enorme soma de dinheiro pelo lote, onde finalmente sepulta sua amada esposa.

Avraham envia seu fiel servo, Eliezer, de volta a seu país de origem e à sua família, a fim de encontrar uma esposa conveniente para Yitschac. Chegando à cidade de Aram Naharaim, Eliezer alinhava um plano pelo qual conseguirá selecionar uma moça recatada e generosa, apropriada para o filho de seu amo.

Eliezer reza a D'us para que Ele lhe conceda sucesso nesta missão, fazendo o plano funcionar. Decide ficar à beira do poço da cidade, esperando que uma moça lhe ofereça e a seus camelos, água para beber. Esta pessoa, que dar-se-ia ao trabalho de puxar água para um estranho e seus dez camelos, indo além do cumprimento do dever, certamente possuiria um grande caráter.

Rivka passa pelo teste, e após receber presentes enviados por Avraham, ela leva Eliezer à casa de seu pai. Eliezer conta os eventos do dia à família da moça e pede a Rivca que volte com ele para desposar Yitschac. Ela aceita, e eles se casam.

Com o papel de Avraham como pai do povo judeu completado, e o manto da liderança passado à próxima geração, a porção se encerra com uma breve genealogia dos outros filhos de Avraham com sua esposa Keturá (que muitos comentaristas afirmam ser na verdade Hagar) e sua morte com a idade de 175.

Ele é enterrado ao lado de Sara pelos seus dois filhos mais velhos, Yitschac e Ishmael.

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Parashat Vayerá - E apareceu - Genesis 18:1-22:24

Resumo da Parashá

A Parashat Vayerá Resumida

A Parashá Vayerá inicia-se com a incrível demonstração de bondade por Avraham (Abraão), àqueles que ele pensa serem três homens, mas que na verdade são anjos enviados por D'us, pesar de seu extremo desconforto pelo recente brit milá, circuncisão.
Os anjos entregam sua mensagem, declarando que Sara milagrosamente dará à luz a seu primeiro filho no prazo de um ano, com a idade de 90 anos (o próprio Avraham teria cem anos). Em seguida, eles seguem para a cidade de Sodoma. D'us informa a Avraham que as cidades de Sodoma e Gomorra serão destruídas por causa da perversidade, e Avraham responde com uma longa prece e dialoga com D'us pedindo pelo salvamento das cidades.
Incapaz de encontrar dez cidadãos íntegros, D'us começa a destruir as cidades, mas não antes que os anjos salvem o sobrinho de Avraham, Lot e sua família, da destruição. Acreditando que o mundo inteiro havia sido destruído, as duas filhas de Lot embebedam o pai, para que ambas possam ficar grávidas dele, e cada uma acaba tendo um filho.
Sara é raptada por Avimelech, o rei de G'rar, que não havia percebido que ela era casada. D'us reage castigando-o com uma peste, que o impede de tocá-la, e informa Avimelech que Sara é casada, quando então é imediatamente libertada.
Sara concebe e dá à Luz Yitschac (Isaac), e Avraham faz uma grande comemoração. Sara vê Ishmael (o filho de Avraham com Hagar) como uma ameaça ao bem-estar espiritual de seu próprio filho. Relutante a princípio, Avraham segue a ordem de D'us, de dar ouvidos à esposa, expulsando Ishmael e Hagar de sua casa. Com Ishmael a ponto de morrer de sede no deserto, D'us escuta seus gritos e faz com que Hagar encontre um poço de água, e com isso o jovem é salvo.
Avraham assina um pacto com Avimelech na cidade de Be'er Sheva, e vivem em paz por muitos anos. A porção da Torá conclui com a akeidá, o altar, o décimo e último teste de Avraham, no qual ele demonstra sua boa vontade em aquiescer à ordem do Criador, de oferecer seu amado filho Yitschac em sacrifício.

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Parashá Lech Lechá - Vai por ti - Genesis 12:1-17:27

A Parashat Lech Lechá Resumida 

A Parashá Lech Lechá inicia-se com o chamado de D'us a Avraham, para que deixasse sua terra de origem e a casa de seu pai, sua posição de status e prosperidade, e viajasse à terra que Ele lhe mostraria. Na chegada, com sua esposa Sara e o sobrinho Lot, na terra de Israel, eles descobrem que a terra foi assolada por uma terrível escassez e por esta razão vão ao Egito para uma breve estadia. Os egípcios imediatamente capturam Sara, a quem Avraham havia identificado como sua irmã, e a levam ao Rei Egípcio. D'us reage afligindo o rei e sua família com uma peste debilitante até que a liberte, quando então eles retornam à terra de Israel. Os pastores de Avraham e Lot começaram a brigar e os dois decidem se separar, com Lot escolhendo as férteis planícies de Sodoma como sua porção. A Torá então descreve a guerra infame entre os quatro reis e os cinco reis, durante a qual Lot é feito prisioneiro. A reação de Avraham o faz derrotar miraculosamente os quatro reis previamente vitoriosos e salvar seu sobrinho e se recusa a ficar com as honrarias ou os despojos de guerra para si. D'us reafirma a Avraham que Ele está a seu lado, e promete que seus descendentes serão tantos que serão incontáveis como as estrelas no céu. O Criador então entra na simbólica Aliança Entre as Partes, com Avraham, prometendo que seus filhos herdarão a terra de Israel, mas não antes de serem exilados numa longa servidão. Como não tem filhos, Sara dá sua serva Hagar a Avraham como esposa, e nasce seu filho Ishmael. Avraham tinha 86 anos. Treze anos depois, D'us muda o nome de Avram (Abrão) para Avraham (“pai das multidões”), e o de Sarai para Sara (“princesa”). D’us promete que um filho nascerá para eles; a partir dessa criança, que eles deverão chamar de Yitschac (“dará risada”), brotará uma grande nação com a qual D’us estabelecerá um vínculo especial. Abraham é ordenado a circuncidar a si mesmo e aos seus descendentes como um “sinal do pacto entre Mim e vocês.”, aos 99 anos. 

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Parashá Nôach - Noé - Genesis 6:9-11:32

Resumo da Parashá 


A Parashat Noach Resumida

 D’us instrui Nôach – o único homem justo num mundo consumido pela violência e corrupção – a construir uma grande arca de madeira revestida por dentro e por fora com breu. “Um grande dilúvio”, diz D’us, “varrerá toda a vida da face da terra; porém a arca flutuará sobre a água, abrigando Nôach e sua família, além de dois membros (macho e fêmea) de cada espécie animal.” A chuva durou 40 dias e 40 noites, e as águas agitaram-se por mais 150 dias antes de acalmarem-se e começarem a baixar. A arca pousou sobre o Monte Ararat, e de sua janela Nôach despachou um corvo, e depois uma série de pombos “para ver se as águas abaixaram da face da terra.” Quando o solo secou completamente – a exatos 365 dias do início do Dilúvio – D’us ordenou a Nôach que saisse da teivá, arca, para repovoar a terra. Nôach construiu um altar e ofereceu sacrifícios a D’us, que prometeu jamais destruir novamente a humanidade por causa de suas ações, e enviou o arco-íris como testemunha de Seu novo pacto com o homem. D’us também ordenou a Nôach para considerar a vida sagrada: o assassinato é considerado uma ofensa capital, e embora o homem tenha permissão de comer carne dos animais, está proibido de comer carne ou sangue tirado de um animal vivo ou causar-lhe qualquer tipo de sofrimento. Nôach plantou uma vinha e ficou embriagado ao consumir o fruto de sua produção. Dois de seus filhos, Shem e Jafet, são abençoados por cobrir a nudez do pai, ao passo que seu terceiro filho, Ham, é amaldiçoado por tirar vantagem de sua degradação. Os descendentes de Nôach permaneceram um único povo, com uma só língua e cultura, durante dez gerações. Então desafiaram o Criador, construindo uma grande torre para simbolizar a própria invencibilidade; D’us confunde sua linguagem para que “um não compreenda a língua do outro,” fazendo com que abandonem seu projeto e se dispersem pela face da terra, dividindo-se em setenta nações. A Parashá conclui com uma cronologia das dez gerações de Nôach a Abrão (mais tarde Avraham), e a jornada deste do seu local de nascimento, Ur Casdim, para Haran, a caminho da Terra de Canaã. 

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Parashá Vezot Haberachá - E esta é a benção - Deuteronômio 33:1-34:12

 Parashá Vezot Haberachá (E esta é a benção)


Vezot Haberachá, lida na festa de Simchat Torá, descreve as últimas palavras de Moshê ao povo judeu. Após elogiar toda a nação por acolher a Torá, ele concede bênçãos específicas proféticas para cada uma das tribos, de acordo com suas responsabilidades nacionais e grandeza individual, e então abençoa a nação como um todo.
A Torá conclui com a morte de Moshê no Monte Nebo, e com um tributo à sua grandeza e nível ímpar de profecia, o mais elevado jamais atingido por um ser humano.

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PARASHAH NASSÔ - LEVANTA

Nassó - A oferta que é aceita




Nm 7 fala das ofertas dos príncipes dos povos, quando Mosheh ungiu e santificou os utensílios do Tabernáculo. Eles trouxeram seis carros cobertos e doze bois; um carro para cada dois príncipes e um boi para cada príncipe (Nm 7:3) Mosheh recebeu as ofertas.


A seguir, cada príncipe traria sua própria oferta para a estréia do altar, um por dia,durante os doze primeiros dias... mas se formos atentos perceberemos que cada um, desde Aminadab, da tribo de Judá, até Achirá, da tribo de Naftali, todos trouxeram a mesma oferta:

1 prato de prata de 130 siclos.
1 bacia de prata de 70 siclos, com flor de farinha
1 taça de 10 siclos de ouro, com incenso
1 novinho, 1 carneiro, 1 cordeiro (os três com um ano)
1 cabrito para oferta de pecado
Para oferta de pazes
2 touros, 5 carneiros, 5 bodes, 5 cordeiros de um ano

Então porque a Torah leva 70 versos para ficar repetindo a mesma oferta? Não seria mais fácil colocar que todos os príncipes trouxeram suas ofertas, tal e tal... num total de doze pratos, doze bacias, etc...
A oferta de cada um tem sua importância, formando um todo. Ainda que todos tenham doado exatamente o mesmo, era importante mostrar que cada um deu sua oferta especial. Foram os doze primeiros dias da "inauguração do Mishkan."
1 Cr 29:17 Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente todas estas coisas; acabo de ver com alegria que o teu povo, que se acha aqui, te faz ofertas voluntariamente.

Ofertas que tem valor são aquelas que são sinceras, voluntárias e que procuram agradar ao Criador. Foi isso que ocorreu com os que doaram ofertas para o Templo, nos dias do rei Davi.Por isso, Davi disse:


1 Cr 29:18 Senhor, Deus de nossos pais Abraão, Isaque e Israel, conserva isso para sempre no intento dos pensamentos do coração de teu povo; e encaminha o seu coração para ti.

Que esse espírito seja sempre conservado dentro de nós, com coração voltado para o Eterno, e nossas ofertas sejam recebidas por Ele como algo sincero e de coração voluntário, tal qual cada uma (digna de ser citada na Torah) das ofertas dos príncipes das tribos de Israel, na inauguração do Mishkan.
 

Resumo da Parashá

A Parashat Nassô Resumida

Nassô prossegue delineando as tarefas e responsabilidades das três famílias levitas - Gershon e Merari na porção desta semana, Kehat na semana passada - e contando todos os levitas que estavam em idade de servir no Mishcan.
Depois que D'us ordenou a Moshê para purificar o acampamento para que fosse um lar merecedor da Presença Divina, a Torá descreve o processo a ser cumprido com uma sotá, uma esposa que foi advertida pelo marido a não ficar sozinha com outro homem, e mais tarde foi surpreendida fazendo-o, dando ao marido um bom motivo para suspeitar de adultério. Ela é levada ao Cohen no Templo Sagrado e, caso não admita sua culpa, recebe água amarga sagrada para beber, o que levará a um destes dois resultados: ou as águas estabelecerão sua inocência, removendo a dúvida de seu relacionamento com o marido e abençoando-a com filhos, ou as águas provarão sua culpa por uma morte miraculosa e grotesca.
A Torá então descreve as leis do nazir, uma pessoa que aceitou voluntariamente adotar um estado especial de santidade, geralmente por trinta dias, abstendo-se de comer ou beber qualquer derivado de uva, cortar o cabelo, e de contaminar-se através do contato com o corpo de alguém que morreu. Após relatar as bênçãos pelas quais os Cohanim abençoarão o povo, a porção da Torá conclui com uma longa lista das oferendas trazidas pelos doze líderes das tribos durante a dedicação do Mishcan para uso regular. Cada príncipe faz uma oferenda comunal para ajudar a transportar o Mishcan, bem como doações idênticas de ouro, prata, animais e alimentos.

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Parashat Bamidbar (NO Deseto)

Resumo da Parashá

A Parashat Bamidbar Resumida

A Parashá Bamidbar, a primeira porção do quarto livro da Torá, está principalmente envolvida com o recenseamento do povo judeu feito no segundo mês de seu segundo ano no deserto. Após relacionarem os líderes das doze tribos de Israel, a Torá apresenta os totais de homens entre as idades de 20 e 60 anos para cada tribo, sendo que a contagem totalizou 603.550.
A estrutura do acampamento é então descrita, com a tribo de Levi no meio, guardando o Mishcan, Tabernáculo, e cercada pelas doze tribos de Israel, cada uma na área que lhe foi designada. É feita a designação da tribo de Levi como os líderes espirituais do povo judeu, e seu próprio censo é realizado, à parte do restante de Israel.
A porção da Torá conclui com as instruções dadas à família de Kehat, o segundo filho de Levi, pelo seu papel em lidar com as partes mais sagradas do Mishcan.

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Parashah Behar - Bechucotai -Levítico 26:3-27:34

Resumo da Parashá

A Parashat Behar - Bechucotai Resumida

Behar, concentra-se principalmente nas mitsvot referentes à terra de Israel, começando com a ordem de cumprir Shemitá - a mitsvá de deixar o campo sem cultivo a cada sete anos, abstendo-se de plantar e colher. Da mesma forma, a terra em Israel deve permanecer não cultivada no Yovel, ou 50º ano, quando então a propriedade de todas as terras retorna automaticamente à sua herança ancestral.
D'us promete que abençoará a terra no sexto ano, para que produza alimentos suficientes para durar por todo o período de Shemitá. Após descrever este processo, pelo qual os proprietários originais da terra podem redimir sua propriedade ancestral nos anos que precedem Yovel, a porção muda para falar sobre os pobres e oprimidos. Não apenas somos ordenados a dar-lhes tsedacá e fazer atos de bondade, como o ideal seria fornecer-lhes os meios para sair de seu estado de pobreza.
Somos proibidos de receber e pagar quaisquer juros em empréstimos feitos a outros judeus. A Torá então discute os vários detalhes a respeito de servos judeus e não-judeus que trabalham para judeus, e a mitsvá de redimir judeus que são servos de não-judeus. Todos os servos judeus devem ser libertados antes do início do ano Yovel.
A porção conclui repetindo a proibição da idolatria, e as mitsvot de guardar o Shabat da profanação e reverenciar os locais santificados de D'us.

Bechucotai, a última porção do Livro Vayicrá, começa relacionando brevemente algumas das bênçãos e recompensas que o povo judeu receberá por seguir diligentemente a Torá e por cumprir as mitsvot.
A porção então muda para o assunto que a tornou famosa - a tochachá, a severa admoestação de D'us. Passo a passo, a Torá descreve as tragédias que acontecerão ao povo judeu, muitas vezes em termos descritivos, por eles terem abandonado a observância da Torá e mitsvot fornecendo uma lúgubre descrição daquilo que foi nossa história até este dia.
A porção então continua para falar sobre a santificação dos presentes voluntários ao Templo Sagrado, e o processo pelo qual uma pessoa pode monetariamente redimir aqueles itens santificados para seu próprio uso.
O Livro de Vayicrá conclui com uma breve discussão sobre os dízimos, incluindo uma porção que o fazendeiro deve ele próprio consumir dentro da cidade de Jerusalém, chamada ma'asser sheni.

fonte:  http://www.pt.chabad.org/



Parashah: Acharê Mot(Após a morte) - Kedoshim(Santos)

Amor Incondicional Amor Incondicional A mensagem dessa Parashá para a nossa vida Nessa Parashá está o dito do grande Sábio Rabi Akiva, chamado um princípio cardinal da Torá, sobre o qual Hilel declarou: “Esta é a Torá inteira, o resto são comentários”: Ama teu próximo como a ti mesmo.

 
A mensagem dessa Parashá para a nossa vida


Após a morte de Nadav e Avihu, D’us adverte contra a entrada não autorizada no “Santo dos Santos”, a câmara mais recôndita no Santuário, para oferecer o sagrado ketoret a D’us.
Outro aspecto do serviço no Dia da Expiação é fazer um sorteio entre duas cabras para determinar qual será oferecida a D’us e qual deve ser despachada para carregar os pecados de Israel até o deserto.
A Parashá de Acharei também adverte contra levar corbanot (oferendas de comida ou animais) em qualquer outro local que não o Templo Sagrado, proíbe o consumo de sangue e detalha as leis proibindo incesto e quaisquer outras relações sexuais impróprias.
A Parashá de Kedoshim começa com a declaração: “Serás sagrado, pois Eu, o Eterno teu D’us, sou sagrado”, seguido por dezenas de mitsvot (Mandamentos Divinos) através dos quais o judeu se santifica e se relaciona com a Divindade. Essas incluem: a proibição contra idolatria, a mitsvá da caridade, o princípio da igualdade perante a lei, o Shabat, moralidade sexual, honestidade nos negócios, honrar e respeitar os pais, a santidade da vida.
Também em kedoshim está o dito do grande Sábio Rabi Akiva, chamado um princípio cardinal da Torá, sobre o qual Hilel declarou: “Esta é a Torá inteira, o resto são comentários”: Ama teu próximo como a ti mesmo.

 

Mensagem da Parashá

Lições da Parashat Acharê

Instinto Animal - Por Yoel Spotts
Na porção desta semana da Torá encontramos vários mandamentos que aparentemente têm pouco em comum. Começamos com uma listagem das leis e práticas de Yom Kipur, então passa para a proibição de comer sangue. Finalmente, a porção conclui com uma discussão dos relacionamentos proibidos. Desprezando a possibilidade de que estes mandamentos em particular foram jogados juntos ao acaso para formar a porção Acharê Mot da Torá, certamente seremos capazes de descobrir um tema comum, conectando estes vários tópicos.
De forma bem interessante, vemos que a Torá proíbe o consumo do sangue de qualquer animal, mesmo aqueles que são casher. Desse modo, a Torá não apenas exclui a grande maioria das criaturas de nossa dieta, como limita nossa licença quanto aos permissíveis. Além disso, a Torá exige de nós um dia de total e absoluta abstinência de toda alimentação. As restrições e regras parecem quase esmagadoras.
De fato, descobrimos uma estrutura muito similar a respeito dos relacionamentos proibidos. Na porção desta semana, a Torá lista para nós os indivíduos impróprios que não devemos escolher como companhia. Entretanto, isso não é tudo. A Torá regula severamente o relacionamento mesmo com as pessoas que nos são permitidas. Uma união adequada deve ser precedida por kidushin, a santificação do casamento. Um casamento mal sucedido deve ser terminado pela concessão de um documento de divórcio, ou guet. Relacionamentos extramaritais são vistos com desdém. Dessa forma, vemos que a Torá coloca severas restrições e limitações sobre os alimentos que comemos e sobre nossos relacionamentos.
As semelhanças não param por aqui. A porção desta semana não é o único local em que encontramos estes dois tópicos agrupados juntos. De fato, o Rambam coloca as Leis dos Relacionamentos Proibidos e as Leis dos Alimentos Proibidos na mesma seção em seu código da Lei Judaica. O Rambam denomina esta seção, curiosamente, de kedushá. Embora "kedushá" seja geralmente traduzida como "santidade", muitos comentaristas assinalam que o termo também conota a noção de "separado" ou "distinto".
Dessa maneira, poderia parecer que o Rambam deseja nos transmitir que estas duas áreas da lei nos possibilitam separar e distinguir a nós mesmos.
Agora, finalmente as peças se encaixam nos lugares certos. Quando D’us criou o universo, colocou tanto o homem como o animal neste planeta. À primeira vista, o homem parece não ser diferente de qualquer outra criatura. Afinal, ambos se alimentam, ambos procriam, e ambos praticam as mesmas atividades físicas mundanas. Não somos, então, diferentes dos animais que perambulam pela terra? Os dons da fala, raciocínio e liberdade são todos indicativos de que o homem é na verdade diferente e separado dos animais. Entretanto, quando deixamos que nossos desejos animalescos reinem livremente, agindo sem quaisquer restrições, estamos na verdade demonstrando que não somos melhores que nosso cachorro ou gato de estimação. Quando continuamos a satisfazer nossas ânsias gastronômicas e a ser escravos de nosso apetite carnal, reduzimo-nos a um mero ajuntamento de carne e ossos.
Por este motivo, a Torá contém tantas proibições na área de ingestão de alimentos e relacões sexuais. A Torá nos prescreve o controle de nossos desejos básicos a fim de nos "separar" e "distinguir" de todas as outras criaturas. Demonstrando nossa força de vontade e nossa disciplina, podemos nos elevar acima de meros seres físicos. Não admira que após ter introduzido estas leis na porção da Torá desta semana – o jejum em Yom Kipur, abster-se de ingerir sangue, e evitar os relacionamentos proibidos – a Torá comece a porção da próxima semana com a admoestação "kedoshin te'heyu – serás santo e distinto", pois apenas santificando estes aspectos físicos de nossa vida podemos ter sucesso também em nossa busca espiritual.


Mensagem da Parashá


Lições da Parashat Kedoshim


Estilos de Cortes de Cabelo - Por Daniel Lasar
Há uma importante correlação entre a porção da Torá de Kedoshim e a antecedente, Acharê Mot. Em Acharê Mot, D’us ordena ao povo judeu: "Não use a prática da terra do Egito na qual você habitou, e não use a prática da terra de Canaã à qual Eu o trouxe, e não siga as tradições deles" (Vayicrá 18:3). Na porção que se segue, Kedoshim, o Criador se dirige o povo judeu: "Sereis santos, pois Santo Eu sou, Hashem, vosso D’us" (ibid. 19:2). Estes dois versículos fornecem uma ênfase esclarecedora sobre não apenas como vivemos como judeus, mas do modo que vivemos no contexto de onde vivemos.
Em Pirkei Avot (1:7), o sábio Nittai desenvolve: "Distancie-se de um mau vizinho, e não se associe com uma pessoa perversa." Não é preciso ler muitos jornais para estar informado dos sérios problemas de moralidade ameaçando nossa sociedade nos dias de hoje. É próprio da natureza humana ser influenciado pelos traços de caráter e padrões de valores presentes entre nossos vizinhos. Entretanto, é imperativo que nos esforcemos para seguir o código de conduta eterno que D’us prescreve na Torá.
Um símbolo sutil, embora vital, do repúdio da influência da sociedade ocidental é encontrado até mesmo no modo em que cortamos o cabelo. Muitas pessoas hoje têm as costeletas aparadas, de muitas maneiras um reflexo dos estilos sempre mutantes do mundo contemporâneo. A Torá declara o contrário na porção desta semana: "Não cortarás o cabelo de vossa cabeça em redondo, e não raspareis (com navalha) vossa barba" (Vayicrá 19:27); os homens judeus também não podem raspar completamente as costeletas, nem barbear as faces com lâmina. Assim, em algo simples como uma ida ao barbeiro, devemos permanecer cônscios de que é a Torá que guia nosso comportamento, não aquilo que a sociedade define como "legal." Muitos de nossos hábitos, como usar kipá ou vestir modestamente, ajudam-nos a lembrar de nossa distinção e papel especial neste mundo.
Infelizmente, o último século tem mostrado uma taxa alarmante de casamentos mistos, ignorância e assimilação. Não é surpresa que isso pode ser atribuído em grande parte à sociedade convidativa em que vivemos. Ao contrário de antigamente, quando nossas mães caminhariam quilômetros para ir até o micvê, ou quando nossos pais conseguiriam juntar somente o dinheiro suficiente para honrar o Shabat com vinho para o kidush, nós felizmente possuimos infinitas oportunidades para cumprir mitsvot sem sacrifícios. Porém, tragicamente é muito tentador agir "em Roma como os romanos" e desejarmos nos encaixar na maioria. Recebemos ordem, entretanto, de não imitar valores que são antiéticos para a Torá. Ao contrário – devemos ser santos – seguirmos o estilo de vida da Torá. D’us tem Suas razões para prescrever a maneira correta pela qual devemos pautar nossa vida.
Estamos agora no período entre os dias de Pêssach e Shavuot, o intervalo de sete semanas no qual o povo judeu se purgou dos costumes egípcios e preparou-se para receber a Torá no Monte Sinai. Assim também, devemos inventariar nossas próprias atitudes e valores, notando que não são as novidades efêmeras da cultura ocidental que devemos incorporar, mas sim os padrões perenes da Torá. Se nos lembrarmos disso, então seremos verdadeiramente uma luz entre as nações.

Fonte:
http://www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/1840032/jewish/Amor-Incondicional.htm

Parashah Tazria e Metsorah(mechubarot) - Conceber e Leproso

Resumo da Parashá

A Parashat Tazria Resumida

Após a discussão ao final da porção da semana passada, a respeito da tumá resultante de animais mortos, a Parashá Tazria introduz as várias categorias de tumá emanando de seres humanos, começando com uma mulher dando à luz. O restante da porção descreve com riqueza de detalhes as várias e numerosas manifestações da doença chamada tsaraat . Embora tenha sido traduzida erroneamente como lepra, esta doença de pele tem pouca semelhança com qualquer moléstia corporal transmitida através do contato normal. Ao contrário, tsaraat é a manifestação física de uma doença espiritual, uma punição enviada por D'us, primeiro pelo pecado da maledicência, entre outras transgressões e comportamento anti-social.
Conhecida como metsorá, a pessoa afligida por uma mancha parecida com tsaraat na pele está sujeita a uma série de exames por um cohen, que declara se o paciente está tahor ou tamê. Se for tamê, ele será isolado para fora do acampamento, um castigo apropriado para alguém cuja língua infame fez com que pessoas se separassem umas das outras. Após descrever os vários tipos, cores e manifestações da doença na pele, cabeça e barba da pessoa, a porção conclui com uma discussão sobre as vestes contaminadas por tsaraat.
A Parashá Metsorá (ibid. 14:1-15:33)) continua a discussão de tsaraat , detalhando o processo de purificação de três partes da metsorá, ministrada por um cohen, completa com imersões, Corbanot, e a raspagem de todo o corpo. Após uma demorada descrição da tsaraat em casas e a ordem de demolir toda a residência caso a doença tenha se espalhado, o capítulo final da porção discute várias categorias de emissões humanas naturais, que tornam uma pessoa impura em graus variáveis.

http://www.pt.chabad.org



A Torah comanda à mulher a trazer um korban depois de dar a luz a uma criança.
O filho tem que ser circuncisado no seu oitavo dia de vida. A Torah introduz o fenômeno de tzaraat (frequentemente traduzido erroneamente como lepra) - uma doença miraculosa que ataca pessoas, roupas e construções para lembrar a pessoa suas deficiências espirituais. O kohen tem que ser consultado para determinar se uma marca é tzaraat ou não. O kohen isola o doente por uma semana. Se a doença permanece no mesmo estágio, o confinamento continua por uma segunda semana, e no final disso o kohen decide qual é o status dessa pessoa. A Torah descreve diferentes tipos de tzaraat. Aquele cuja tzaraat é confirmada rasga sua roupa, não corta seu cabelo, e tem que alertar a outros que ele está ritualmente impuro. Ele não pode ter contato normal com outros. O fenômeno de tzaraat em roupas é descrito detalhadamente.

METZORA

A Torah descreve o procedimento para o metzora (a pessoa doente com tzaraat) quando ele termina o período de isolamento. Esse processo dura uma semana, envolve korbanot e imersões na mikva. Então o kohen tem que pronunciar o metzora puro. O metzora que tem limitadas fontes financeiras pode oferecer sacrificios de animais mais baratos. Antes que o kohen diagnostica que uma casa tem tzaraat, as possessões são removidas da casa para evitar que sejam declaradas ritualmente impuras. O tzaraat é removido demolindo e reconstruindo aquela seção da casa, mas se a doença reaparece, todo o prédio tem que ser destruído completamente. A Torah detalha as secreções do corpo que fazem a pessoa ritualmente impura, prevenindo então seu contato com ítems sagrados e como restaurar a pureza ritual.

Parashat Tazria/Metzora
Fonte: ASSINATURA VIRTUAL  listproc@virtual.co.il



- Parashat Shemini - Oitavo - פרשת שמיני

פרשת שמיני

 
 


פרשת שמיני

Levítico 9
1 E ACONTECEU, ao dia oitavo, que Moisés chamou a Arão e seus filhos, e os anciãos de Israel,
2 E disse a Arão: Toma um bezerro, para expiação do pecado, e um carneiro para holocausto, sem defeito; e traze-os perante o SENHOR.
3 Depois falarás aos filhos de Israel, dizendo: Tomai um bode para expiação do pecado, e um bezerro, e um cordeiro de um ano, sem defeito, para holocausto;
4 Também um boi e um carneiro por sacrifício pacífico, para sacrificar perante o SENHOR, e oferta de alimentos, amassada com azeite; porquanto hoje o SENHOR vos aparecerá.
5 Então trouxeram o que ordenara Moisés, diante da tenda da congregação, e chegou-se toda a congregação e se pôs perante o SENHOR.
6 E disse Moisés: Esta é a coisa que o SENHOR ordenou que fizésseis; e a glória do SENHOR vos aparecerá.
( Nestes versos podemos fazer uma ligação ao Olam Raba , o qual se cumprirmos as mitsvot conforme ordenado " a glória do SENHOR vos aparecerá. ", aquele cujo o coração estiver voltado para servir ao Eterno nosso D-us, e suas mitsvot, terá direito de sua herança no mundo vindouro.
Também podemos fazer mensão ao sacrifico , "devemos nos sacrificar " , ou seja , devemos nos esforçar para cumprirmos os mandamentos do Eterno para que sua glória se faça presente, devemos fazer conforme nos diz o Shema Yisrael " E amarás o Eterno , teu Deus , de toda a sua alma de todo o teu poder." com esses atos a lei divina entrara em nossos corações cada vez mais , assim nos fortalecendo cada dia mais, nos caminhos do Eterno , como está escrito no tratado de Pirke Avot " Ben azai dizia: sê rápido no cumprimento de um preceito mesmo pouco importante , e evita o pecado . Pois uma obra boa tem sempre como consequência outra obra boa. Um pecado tem sempre como consequência outro pecado. A recompensa de uma boa obra está na própria boa obra realizada . A consequência dum pecado é sempre outro pecado".)

Levítico 10
7 Nem saireis da porta da tenda da congregação, para que não morrais; porque está sobre vós o azeite da unção do SENHOR. E fizeram conforme à palavra de Moisés.
(nós não temos o direito de abandonar a lei divina como está escrito no pirke avot (.... se abandonares a lei divina encontrarás muitos tropeços no teu caminho ..." "Raban Iohanan Ben Zakai foi discípulo de Hilel e Shamai e dizia , se aprendeste muito da lei Divina não julgues esse fato como mérito teu, pois para tal foste criado." não fazemos nada mais do que nossa obrigação seguindo as mitsvot do Eterno Deus de Yisrael , pois para tal fomos criados, não temos o direito de nos abstermos dela. Yeshua hamashiach nos disse: Lucas 17:10 " Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer. " Por isso torno a dizer , façamos conforme está escrito no shema Yisrael .)

Yachne ben Avraham Avinu כנ בן אברהם אבינו'

Parshah Tsav - Leviticus 6:1-8:36

Resumo da Parashá


A Parashat Tsav Resumida




A Parashá Tsav começa com D'us continuando a ensinar Moshê muitas das várias leis relativas ao serviço no Mishcan, Santuário. Entretanto, enquanto a Porção da semana passada descreveu os corbanot, sacrifícios, da perspectiva do doador, nesta semana a Torá concentra-se mais diretamente nos Cohanim, fornecendo mais detalhes sobre seu serviço.

Após descrever primeiro a manutenção do fogo que ardia sobre o altar, a Torá discute em detalhes os vários tipos de corbanot que Aharon, seus filhos e as gerações seguintes de Cohanim estariam oferecendo. As oferendas deveriam ser trazidas com as intenções apropriadas, e comidas em um estado de pureza espiritual.

Finalmente, Moshê realiza os prolongados melu'im, serviço de consagração do Mishcan , e Moshê unge e introduz Aharon e seus filhos para o serviço deles no Mishcan, em frente de toda a congregação de Israel.

Fonte: http://www.pt.chabad.org/
 

Porção Semanal: Tsav

Vayicrá 6:1 - 8:36
   
  
A Parashá Tsav começa com D'us continuando a ensinar Moshê muitas das várias leis relativas ao serviço no Mishcan, Santuário. Entretanto, enquanto a Porção da semana passada descreveu os corbanot, sacrifícios, da perspectiva do doador, nesta semana a Torá concentra-se mais diretamente nos Cohanim, fornecendo mais detalhes sobre seu serviço.

Após descrever primeiro a manutenção do fogo que ardia sobre o altar, a Torá discute em detalhes os vários tipos de corbanot que Aharon, seus filhos e as gerações seguintes de Cohanim estariam oferecendo. As oferendas devem ser trazidas com as intenções apropriadas, e comidas em um estado de pureza espiritual.

Finalmente, Moshê realiza os prolongados melu'im, serviço de consagração do Mishcan, e Moshê unge e introduz Aharon e seus filhos para o serviço deles no Mishcan, em frente de toda a congregação de Israel.
           
  Mensagem da Parashá
         
     

Se a Porção desta semana da Torá fosse acompanhada de efeitos sonoros, um alarme crescente seria ouvido, motivando-nos a entrar em ação, pois começa com D'us dizendo a Moshê para ordenar Aharon e seus filhos sobre o corban olah. A linguagem do versículo que instrui Moshê a fazê-lo é singular. Geralmente D'us diz a Moshê: "Fale aos Filhos de Israel" ou "Diga-lhes". Entretanto, aqui a Torá utiliza o termo "tsav - ordene [a Aharon e seus filhos]".

Tsav indica a urgência e importância do assunto sobre o corban olah.

Rashi cita o Midrash, enfatizando que a palavra hebraica "tsav" denota urgência na ação no presente e no futuro. Por que razão a mitsvá requer linguagem tão forte para assegurar seu cumprimento pelas futuras gerações, enquanto tal ênfase não é utilizada para a maioria das mitsvot da Torá?

A chave para resolver este mistério está na declaração seguinte de Rashi - a Torá usa a palavra "tsav" quando uma perda monetária está envolvida no cumprimento da mitsvá. Em nosso caso, é uma obrigação financeira para a nação judaica oferecer o corban duas vezes ao dia. Portanto, a Torá usa a palavra "tsav" para cobrar-nos fortemente o cumprimento desta mitsvá, apesar da perda monetária. Mas será o prejuízo financeiro realmente tão grande? Afinal, toda a nação judaica compartilha da obrigação de trazer as oferendas diárias. Não existem outras mitsvot que resultem em uma perda financeira ainda maior?

Rabi Shimon Schwab oferece uma análise esclarecedora do relacionamento da nação judaica com os corbanot. Há dois aspectos relativos aos sacrifícios: O primeiro é o animal físico que está sendo oferecido a D'us, enquanto que o segundo aspecto é a intenção da pessoa que traz o corban. Estes dois aspectos não possuem valor igual. Aos olhos de D'us, o aspecto fundamental de um sacrifício é a intenção, o motivo, e a atitude da pessoa que o oferece; o componente físico é de importância secundária. Através da história, tem sido um desafio para o homem combinar adequadamente estes dois aspectos.

Preocupar-se abertamente com o aspecto físico da oferenda é demonstrar incompreensão total. Segundo Sforno, foi por isso que a oferenda de Caim foi rejeitada por D'us (Bereshit 4:3-7). Caim pensou que D'us estivesse interessado apenas no presente físico. Como sua intenção não era aproximar-se de D'us, sua oferenda foi rejeitada.

Superestimar o aspecto físico dos Corbanot foi o erro da nação judaica durante o período do Primeiro Templo. Numerosos versículos nos Profetas reprovam a nação judaica por simplesmente trazer animais, sem nenhuma intenção sincera de aproximar-se do Divino.

Entretanto, mais tarde durante o período do Segundo Templo, ocorreu exatamente o oposto. A nação judaica ignorou por completo o aspecto físico dos Corbanot. Argumentaram que se o aspecto essencial de um sacrifício é crescer espiritualmente, por que então incomodar-se com o aspecto físico. É realmente importante se o animal não vem da melhor parte do rebanho?

Uma vez mais, a nação judaica é reprovada pelos Profetas. De fato, a intenção da pessoa é fator essencial quando traz um sacrifício. Devemos servir a D'us tanto no nível físico como no espiritual. Assim como não podemos ignorar a matéria que compõe o nosso ser, também não podemos ignorar o aspecto físico de servir a D'us.

Agora podemos entender a preocupação da Torá quanto a haver uma perda monetária a respeito dos Corbanot, especialmente no que tange ao corban olá. Como um corban olá é completamente queimado sobre o altar, e sabendo-se que D'us está essencialmente preocupado com a intenção da pessoa, poder-se-ia facilmente deduzir que o aspecto físico não importa, precipitando um desejo de limitar o custo financeiro. Portanto, a Torá enfatiza a palavra "tsav - ordem" a qual denota urgência agora e para as futuras gerações. A Torá está nos dizendo que mesmo quando percebemos a importância da intenção sincera de servir a D'us, devemos também nos sensibilizar quanto ao aspecto físico.

Enfrentamos um exemplo prático deste desafio todos os dias durante a prece. Se tenho a intenção adequada de aceitar a soberania de D'us, que importância tem se pronuncio corretamente as palavras da prece? D'us não sabe o que estou pensando? A resposta é um SIM ressonante. Mas há um imperativo igualmente ressonante em servir D'us com nosso ser físico também, dessa maneira usando a totalidade de nossa existência a serviço de D'ele.