Amor Incondicional
Amor Incondicional
A mensagem dessa Parashá para a nossa vida
Nessa Parashá está o dito do grande Sábio Rabi Akiva, chamado um princípio cardinal da Torá, sobre o qual Hilel declarou: “Esta é a Torá inteira, o resto são comentários”: Ama teu próximo como a ti mesmo.
A mensagem dessa Parashá para a nossa vida
Após a morte de Nadav e Avihu, D’us adverte contra a entrada não
autorizada no “Santo dos Santos”, a câmara mais recôndita no Santuário,
para oferecer o sagrado ketoret a D’us.
Outro aspecto do serviço no Dia da Expiação é fazer um sorteio entre duas cabras para determinar qual será oferecida a D’us e qual deve ser despachada para carregar os pecados de Israel até o deserto.
A Parashá de Acharei também adverte contra levar corbanot (oferendas de comida ou animais) em qualquer outro local que não o Templo Sagrado, proíbe o consumo de sangue e detalha as leis proibindo incesto e quaisquer outras relações sexuais impróprias.
A Parashá de Kedoshim começa com a declaração: “Serás sagrado, pois Eu, o Eterno teu D’us, sou sagrado”, seguido por dezenas de mitsvot (Mandamentos Divinos) através dos quais o judeu se santifica e se relaciona com a Divindade. Essas incluem: a proibição contra idolatria, a mitsvá da caridade, o princípio da igualdade perante a lei, o Shabat, moralidade sexual, honestidade nos negócios, honrar e respeitar os pais, a santidade da vida.
Também em kedoshim está o dito do grande Sábio Rabi Akiva, chamado um princípio cardinal da Torá, sobre o qual Hilel declarou: “Esta é a Torá inteira, o resto são comentários”: Ama teu próximo como a ti mesmo.
Outro aspecto do serviço no Dia da Expiação é fazer um sorteio entre duas cabras para determinar qual será oferecida a D’us e qual deve ser despachada para carregar os pecados de Israel até o deserto.
A Parashá de Acharei também adverte contra levar corbanot (oferendas de comida ou animais) em qualquer outro local que não o Templo Sagrado, proíbe o consumo de sangue e detalha as leis proibindo incesto e quaisquer outras relações sexuais impróprias.
A Parashá de Kedoshim começa com a declaração: “Serás sagrado, pois Eu, o Eterno teu D’us, sou sagrado”, seguido por dezenas de mitsvot (Mandamentos Divinos) através dos quais o judeu se santifica e se relaciona com a Divindade. Essas incluem: a proibição contra idolatria, a mitsvá da caridade, o princípio da igualdade perante a lei, o Shabat, moralidade sexual, honestidade nos negócios, honrar e respeitar os pais, a santidade da vida.
Também em kedoshim está o dito do grande Sábio Rabi Akiva, chamado um princípio cardinal da Torá, sobre o qual Hilel declarou: “Esta é a Torá inteira, o resto são comentários”: Ama teu próximo como a ti mesmo.
Mensagem da Parashá
Lições da Parashat Acharê
Instinto Animal - Por Yoel Spotts
Na porção desta semana da Torá encontramos vários mandamentos que
aparentemente têm pouco em comum. Começamos com uma listagem das leis e
práticas de Yom Kipur, então passa para a proibição de comer sangue.
Finalmente, a porção conclui com uma discussão dos relacionamentos
proibidos. Desprezando a possibilidade de que estes mandamentos em
particular foram jogados juntos ao acaso para formar a porção Acharê
Mot da Torá, certamente seremos capazes de descobrir um tema comum,
conectando estes vários tópicos.
De forma bem interessante, vemos que a Torá proíbe o consumo do
sangue de qualquer animal, mesmo aqueles que são casher. Desse modo, a
Torá não apenas exclui a grande maioria das criaturas de nossa dieta,
como limita nossa licença quanto aos permissíveis. Além disso, a Torá
exige de nós um dia de total e absoluta abstinência de toda
alimentação. As restrições e regras parecem quase esmagadoras.
De fato, descobrimos uma estrutura muito similar a respeito dos
relacionamentos proibidos. Na porção desta semana, a Torá lista para
nós os indivíduos impróprios que não devemos escolher como companhia.
Entretanto, isso não é tudo. A Torá regula severamente o relacionamento
mesmo com as pessoas que nos são permitidas. Uma união adequada deve
ser precedida por kidushin, a santificação do casamento. Um casamento
mal sucedido deve ser terminado pela concessão de um documento de
divórcio, ou guet. Relacionamentos extramaritais são vistos com desdém.
Dessa forma, vemos que a Torá coloca severas restrições e limitações
sobre os alimentos que comemos e sobre nossos relacionamentos.
As semelhanças não param por aqui. A porção desta semana não é o
único local em que encontramos estes dois tópicos agrupados juntos. De
fato, o Rambam coloca as Leis dos Relacionamentos Proibidos e as Leis
dos Alimentos Proibidos na mesma seção em seu código da Lei Judaica. O
Rambam denomina esta seção, curiosamente, de kedushá. Embora "kedushá"
seja geralmente traduzida como "santidade", muitos comentaristas
assinalam que o termo também conota a noção de "separado" ou "distinto".
Dessa maneira, poderia parecer que o Rambam deseja nos transmitir
que estas duas áreas da lei nos possibilitam separar e distinguir a nós
mesmos.
Agora, finalmente as peças se encaixam nos lugares certos. Quando
D’us criou o universo, colocou tanto o homem como o animal neste
planeta. À primeira vista, o homem parece não ser diferente de qualquer
outra criatura. Afinal, ambos se alimentam, ambos procriam, e ambos
praticam as mesmas atividades físicas mundanas. Não somos, então,
diferentes dos animais que perambulam pela terra? Os dons da fala,
raciocínio e liberdade são todos indicativos de que o homem é na
verdade diferente e separado dos animais. Entretanto, quando deixamos
que nossos desejos animalescos reinem livremente, agindo sem quaisquer
restrições, estamos na verdade demonstrando que não somos melhores que
nosso cachorro ou gato de estimação. Quando continuamos a satisfazer
nossas ânsias gastronômicas e a ser escravos de nosso apetite carnal,
reduzimo-nos a um mero ajuntamento de carne e ossos.
Por este motivo, a Torá contém tantas proibições na área de ingestão
de alimentos e relacões sexuais. A Torá nos prescreve o controle de
nossos desejos básicos a fim de nos "separar" e "distinguir" de todas
as outras criaturas. Demonstrando nossa força de vontade e nossa
disciplina, podemos nos elevar acima de meros seres físicos. Não admira
que após ter introduzido estas leis na porção da Torá desta semana – o
jejum em Yom Kipur, abster-se de ingerir sangue, e evitar os
relacionamentos proibidos – a Torá comece a porção da próxima semana
com a admoestação "kedoshin te'heyu – serás santo e distinto", pois
apenas santificando estes aspectos físicos de nossa vida podemos ter
sucesso também em nossa busca espiritual.
Mensagem da Parashá
Lições da Parashat Kedoshim
Estilos de Cortes de Cabelo - Por Daniel Lasar
Fonte:
http://www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/1840032/jewish/Amor-Incondicional.htm
Há uma importante correlação entre a porção da Torá de Kedoshim e a
antecedente, Acharê Mot. Em Acharê Mot, D’us ordena ao povo judeu: "Não
use a prática da terra do Egito na qual você habitou, e não use a
prática da terra de Canaã à qual Eu o trouxe, e não siga as tradições
deles" (Vayicrá 18:3). Na porção que se segue, Kedoshim, o Criador se
dirige o povo judeu: "Sereis santos, pois Santo Eu sou, Hashem, vosso
D’us" (ibid. 19:2). Estes dois versículos fornecem uma ênfase
esclarecedora sobre não apenas como vivemos como judeus, mas do modo
que vivemos no contexto de onde vivemos.
Em Pirkei Avot (1:7), o sábio Nittai desenvolve: "Distancie-se de um
mau vizinho, e não se associe com uma pessoa perversa." Não é preciso
ler muitos jornais para estar informado dos sérios problemas de
moralidade ameaçando nossa sociedade nos dias de hoje. É próprio da
natureza humana ser influenciado pelos traços de caráter e padrões de
valores presentes entre nossos vizinhos. Entretanto, é imperativo que
nos esforcemos para seguir o código de conduta eterno que D’us
prescreve na Torá.
Um símbolo sutil, embora vital, do repúdio da influência da
sociedade ocidental é encontrado até mesmo no modo em que cortamos o
cabelo. Muitas pessoas hoje têm as costeletas aparadas, de muitas
maneiras um reflexo dos estilos sempre mutantes do mundo contemporâneo.
A Torá declara o contrário na porção desta semana: "Não cortarás o
cabelo de vossa cabeça em redondo, e não raspareis (com navalha) vossa
barba" (Vayicrá 19:27); os homens judeus também não podem raspar
completamente as costeletas, nem barbear as faces com lâmina. Assim, em
algo simples como uma ida ao barbeiro, devemos permanecer cônscios de
que é a Torá que guia nosso comportamento, não aquilo que a sociedade
define como "legal." Muitos de nossos hábitos, como usar kipá ou vestir
modestamente, ajudam-nos a lembrar de nossa distinção e papel especial
neste mundo.
Infelizmente, o último século tem mostrado uma taxa alarmante de
casamentos mistos, ignorância e assimilação. Não é surpresa que isso
pode ser atribuído em grande parte à sociedade convidativa em que
vivemos. Ao contrário de antigamente, quando nossas mães caminhariam
quilômetros para ir até o micvê, ou quando nossos pais conseguiriam
juntar somente o dinheiro suficiente para honrar o Shabat com vinho
para o kidush, nós felizmente possuimos infinitas oportunidades para
cumprir mitsvot sem sacrifícios. Porém, tragicamente é muito tentador
agir "em Roma como os romanos" e desejarmos nos encaixar na maioria.
Recebemos ordem, entretanto, de não imitar valores que são antiéticos
para a Torá. Ao contrário – devemos ser santos – seguirmos o estilo de
vida da Torá. D’us tem Suas razões para prescrever a maneira correta
pela qual devemos pautar nossa vida.
Estamos agora no período entre os dias de Pêssach e Shavuot, o
intervalo de sete semanas no qual o povo judeu se purgou dos costumes
egípcios e preparou-se para receber a Torá no Monte Sinai. Assim
também, devemos inventariar nossas próprias atitudes e valores, notando
que não são as novidades efêmeras da cultura ocidental que devemos
incorporar, mas sim os padrões perenes da Torá. Se nos lembrarmos
disso, então seremos verdadeiramente uma luz entre as nações.
Fonte:
http://www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/1840032/jewish/Amor-Incondicional.htm








