Ki Tissá Resumida
A diversa e abrangente parashat Ki Tissá começa com a ordem de D'us a
Moshê para fazer um recenseamento, coletando uma contribuição igual de
uma moeda de meio-shêkel de cada adulto do sexo masculino entre as
idades de 20 e 60, e estes lucros irão para o Mishcan (Tabernáculo).
D'us descreve a Moshê o kiyor de cobre (lavatório e base) na qual os
Cohanim santificarão suas mãos e pés antes de servirem no Mishcan. É
também discutido o azeite para unção que seria usado para santificar os
vários utensílios para uso normal. A isso segue-se a receita para o
ketoret, insenso aromático a ser queimado duas vezes ao dia. D'us
designa Betsalel, da tribo de Yehudá, e Oholiyav, da tribo de Dan, a
supervisionar a construção do Mishcan que está para ser iniciada. A
mitsvá do Shabat é então repetida para advertir a nação de que mesmo a
construção do Mishcan não suplanta a observância do dia semanal de
descanso.
A Torá retorna à narrativa da Revelação no Monte Sinai, e descreve o
terrível pecado do bezerro de ouro. D'us acede às preces de Moshê para
que os filhos de Israel sejam poupados da aniquilação por sua grave
transgressão, e Moshê desce da montanha com as duas Tábuas dos Dez
Mandamentos.
Ao testemunhar uma parcela da população dançando ao redor do Bezerro
de Ouro, Moshê quebra as Tábuas e queima o ídolo, iniciando o processo
de arrependimento. Como resultado da queda do povo de seu patamar
espiritual elevado, D'us anuncia que Sua presença não pode residir entre
eles.
Moshê é forçado a mudar temporariamente a tenda para fora do
acampamento, para que D'us continue a se comunicar com ele. Moshê
novamente sobe à montanha para rezar a D'us para que perdoe o povo
judeu, e lhes devolva o status de povo escolhido. Moshê finalmente
retorna com o segundo conjunto de tábuas e um pacto renovado com D'us;
sua face aparece resplandecente como resultado da revelação Divina.
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