Sinagoga Ohel Itschak - Itabuna Bahia

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#CAMISETAS SEM FRONTEIRAS

O objetivo deste projeto é levantar fundos para dar nossa contribuição no movimento Sinagoga sem Fronteiras. Estaremos arrecadando o montante para confecção de camisetas com temas hebraicos que serão enviadas a SSF para comercialização em todo o Brasil, dando inicio a lojinha online. Este trabalho está apenas no inicio, tendo em vista as grandes demandas que estão surgindo em todo o Brasil.

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E se você quiser colaborar para a manutenção da nova sede e da nossa atuação, em geral, é só clicar no link abaixo.


Por ter transformado o judaísmo em um instrumento relevante de edificação ética para a sociedade brasileira, por fomentar, com sucesso, a cultura do diálogo e do respeito, ligando as coberturas de higienópolis ao fundão da periferia e os grandes centros ao mais árido sertão, não só através de discursos, mas principalmente com ações concretas, e por explicitar que a formação de uma sociedade justa e fraterna é a maior meta das escrituras sagradas, a Sinagoga Sem Fronteiras merece contar com o seu apoio.
 Por oferecer, pela primeira vez em quinhentos anos, uma resposta concreta para a questão dos descendentes dos judeus forçados pela inquisição, formando novas comunidades e fortalecendo as já existentes, (ao todo são cerca de 20!) através de diversos cursos online semanais, (a maioria dos alunos não é pagante), visitas presenciais em diversos estados*, da execução de eventos comemorativos nacionais*, acampamentos de estudos para jovens* e, finalmente, a conversão, ou retorno ao judaísmo, através de um tribunal rabínico israelense*, trazido ao Brasil exclusivamente para este fim, a Sinagoga Sem Fronteiras merece contar com o seu apoio. 
 Por inaugurar uma nova sinagoga em São Paulo, tendo como meta acolher brasileiros de todas as etnias e fés e de todas as condições sociais, a Sinagoga Sem fronteiras espera poder contar com o seu apoio. 
O dinheiro arrecadado será usado para pagar o aluguel do imóvel, eletricidade, funcionários e demais gastos referentes à manutenção dos serviços da nova sede.
(*É importante ressaltar que o rabino Ventura e sua esposa realizam estas atividades de modo voluntário, dispondo de seu precioso tempo em função desta importante causa.)
Contamos com você e aguardamos a sua visita!

#Resgatando o Judaísmo do Brasil

BRASIL DOS DESCENDENTES DE JUDEUS

BRASIL DOS DESCENDENTES DE JUDEUS!

Se seu sobrenome estiver nessa lista você pode ser descendente de judeus e nem sabe

Jornalista reuniu em livro uma lista de sobrenomes adotados por judeus para escaparem da perseguição na Europa

Muita gente no Brasil sabe que é descendente de europeus e tem isso muito bem registrado em seus sobrenomes italianos, alemães, poloneses ou de outro país. No entanto, também há no Brasil muitos descendentes de judeus, mas poucos se dão conta disso, já que essa ascendência se esconde atrás de sobrenomes portugueses ou espanhóis, adotados pelos judeus para fugir da perseguição que assolou a Península Ibérica a partir de 1492.

O jornalista Pere Bonnínen compilou em seu livro Sangre Judía Españoles y Ascenso de Hebrea Antisemitismo Cristiano uma lista de sobrenomes que provavelmente indicam ascendência judaica. Confira:
(Depois, não deixe de consultar também nossa lista com o significado dos nomes próprios)
A
Abad, Abadía, Abarca, Abastos, Abaunza, Abbot, Abdallá, Abdalah, Abdallah, Abdelnour, Abdo, Abea, Abel, Abela, Abelado, Abella, Abellán, Abendaño, Abou, Abraham, Abrahams, Abrahán, Abrego, Abreu, Abrigo, Abril, Abufelo, Abugadba, Aburto, Acabal, Acebal, Acedo, Acevedo, Acosta, Acuña, Adames, Adamis, Adanaque, Adanis, Adis, Aedo, Agababa, Agámez, Agayón, Agrazal, Agreda, Aguayo, Agudelo, Agüero, Aguiar, Aguilar, Aguilera, Aguiluz, Aguilve, Aguinaga, Aguirre, Agurto, Agustín, Ahuja, Ahumada, Aiello, Aiza, Aizprúa, Aizpurúa, Alache, Alama, Alan, Alani, Alanis, Alanís, Alaniz, Alarcón, Alas, Alavez, Alayón, Alba, Albarello, Albarracín, Albelo, Albenda, Alburola, Alcaíno, Alcanzar, Alcázar, Alcazar, Alcibar, Alcócer, Alcóser, Alcóver, Alcózer, Aldana, Aldaña, Aldapa, Aldecoba, Alderrama, Alegría, Alejos, Alemán, Alexander, Alexandre, Alfaro, Alfonso, Algaba, Alguera, Aliaga, Alicama, Alier, Alizaga, Allan, Allon, Alluín, Almanza, Almanzar, Almanzo, Almaraz, Almazan, Almeida, Almendares, Almendárez, Almendáriz, Almengor, Almonte, Aloisio, Aloma, Alomar, Alonso, Alonzo, Alpírez, Alpízar, Altamirano, Altenor, Alterno, Altino, Altonor, Alva, Alvarado, Alvarenga, Alvares, Álvarez, Alvaro, Alvear, Alverde, Alvergue, Alvir, Alzate, Amado, Amador, Amalla, Amaris, Amaya, Arnáez, Arnau, Arnesto, Anuelo, Arnuero, Arone, Arosemena, Arquín, Arrazola, Arrea, Arredondo, Arreola, Arriaga, Arriagada, Arrieta, Arriola, Arrocha, Arroliga, Arrollo, Arrone, Arrones, Arronés, Arronez, Arronis, Arroniz, Arroyave, Arroyo, Arrubla, Artavia, Arteaga, Artecona, Artiaga, Artiga, Artiles, Artiñano, Artola, Artolozaga, Aruj, Aruizu, Arze, Arzola, Ascante, Ascencio, Asch, Asencio, Asero, Así, Asís, Aspirita, Astacio, Astete, Astorga, Astorquiza, Astúa, Asturias, Asunción, Asusema, Atehortúa, Atein, Atencio, Atensio, Atiensa, Atienza, Augusto, Ávalos, Avelar, Avellán, Avendaño, Ávila, Avilés, Avilez, Ayala, Ayales, Ayara, Ayarza, Aybar, Aycinena, Ayerdis, Aymerich, Azar, Azaria, Asofeifa, Azqueta, Azua, Azúa, Azuar, Azucena, Azul, Azuola, Azurdia.
B
Babb, Babar, Baca, Bacca, Bacigalupo, Badilla, Bado, Báez, Baeza, Baidal, Bairnales, Baizan, Bajarano, Balarezo, Baldares, Balday, Baldelomar, Balderas, Balderrama, Balderramos, Baldí, Baldi, Baldioceda, Baldivia, Baldizón, Balladares, Ballar, Ballard, Ballester, Ballestero, Ballesteros, Ballón, Balma, Balmaceda, Balmacera, Balon, Balser, Baltodano, Banegas, Banet, Banilla, Baños, Bañuelos, Baquedano, Baquero, Baradín, Baraen, Barahoma, Barahona, Barajas, Baraquiso, Barat, Barba, Barbagallo, Barbagebra, Bárbara, Barbena, Barben, Barberena, Barbosa, Barboza, Barcelas, Barcelata, Barcenas, Barcia, Bardayan, Barguil, Barillas, Barletta, Baro, Barón, Barquedano, Barquero, Barquette, Barra, Barracosa, Barrante, Barrantes, Barraza, Barreda, Barrenechea, Barrera, Barrero, Barreto, Barrias, Barrientos, Barriga, Barrio, Barrionuevo, Barrios, Bodán, Bogán, Bogantes, Bogarín, Bohorguez, Bohorquez, Bojorge, Bolaños, Bolívar, Bonice, Boniche, Bonichi, Bonilla, Borbas, Borbón, Borda, Bordallo, Borge, Borges, Borja, Borjas, Borjes, Borloz, Borras, Borrasé, Borredo, Borrero, Bosque, Botero, Boza, Bran, Bravia, Bravo, Brenes, Breve, Briceño, Brilla, Briones, Brito, Brizeño, Brizuela, Buencamino, Buendía, Bueno, Bueso, Buezo, Buga, Bugarín, Bugat, Bugria, Burgos, Burguera, Burgues, Burillo, Busano, Bustamante, Bustillo, Bustillos, Busto, Bustos, Buzano, Buzeta, Buzo.
C
Caamano, Caamaño, Cabada, Cabadianes, Cabal, Cabalceta, Caballero, Cabana, Cabaña, Cabeza, Cabezas, Cabistán, Cabral, Cabrera, Cabrerizo, Cáceres, Cadenas, Cadet, Cageao, Caicedo, Cairol, Cajas, Cajiao, Cajina, Cala, Calatayud, Calazán, Calcáneo, Caldas, Caldera, Calderón, Calero, Caliva, Calix, Calle, Calleja, Callejas, Callejo, Calles, Calvo, Calzada, Camacho, Camaño, Camarena, Camareno, Camarillo, Cambronero, Camona, Campabadal, Campabadall, Campodónico, Campos, Canales, Canalias, Canas, Candamo, Candelaria, Candelario, Canejo, Canessa, Canet, Canetta, Canizales, Canizález, Canizares, Canno, Cano, Canossa, Cantarero, Cantero, Cantillano, Canto, Cantón, Cañas, Cañizales, Cañizález, Capón, Carabaguias, Carabaguiaz, Caranza, Caravaca, Carazo, Carbalda, Carballo, Casasola, Cascante, Casco, Casorla, Cassasola, Cásseres, Castaneda, Castañeda, Castañedas, Castaño, Castañón, Castaños, Castelán, Castellano, Castellanos, Castellón, Casteñeda, Castiblanco, Castilla, Castillo, Castro, Catania, Cateres, Catón, Cavalceta, Cavaller, Cavallo, Cavanillas, Cavazos, Cavero, Cazanga, Ceba, Ceballos, Ceciliano, Cedeño, Cejudo, Celada, Celedón, Celís, Centella, Centeno, Cepeda, Cerceño, Cerda, Cerdas, Cerna, Cernas, Cerón, Cerpas, Cerros, Cervantes, Cervilla, Céspedes, Cevallos, Cevedo, Cevilla, Chabrol, Chacón, Chamarro, Chamorro, Chanquín, Chanta, Cubero, Cubías, Cubias, Cubilla, Cubillo, Cubillos, Cubria, Cuebas, Cuellar, Cuéllar, Cuello, Cuenca, Cuendis, Cuernavaca, Cuervo, Cuesta, Cueva, Cuevas, Cuevillas, Cunill, Cunillera, Curbelo, Curco, Curdelo.
D
Da Costa, Da Silva, Dacosta, D’Acosta, Dalorso, Dalorzo, Dalsaso, Damaceno, Damito, Daniel, Daniels, Dapuerto, Dapueto, Darce, Darche, Darcia, Darío, Dasadre, Dasilva, Dávalos, David, Dávila, Davis, D’Avola, De Abate, De Aguilar, De Alba, De Alvarado, De Benedictis, De Briones, De Camino, De Castro, De Céspedes, De Espeleta, De Ezpeleta, De Falco, De Faria, De Franco, De Jesús, De Jorge, De Juana, De La Cruz, De La Cuesta, De La Espriella, De La Fuente, De La Garza, De La Guardia, De La Herran, De La Hormaza, De La Jara, De La Mata, De La Nuez, De La O, De La Osa, De La Ossa, De La Paz, De La Peña, De La Rocha, De La Rosa, De La Selva, De La Teja, De La Torre, De La Trava, De La Vega, De Largaespada, De Las Casas, De Las Cuevas, De Las Heras, De Lemos, De León, De Lev, De Lima, De López, De Luz, De Miguel, De Miranda, De Moya, De Odio, De Óleo, De Ona, De Oña, De Paco, De Paredes, De Pass, De Paz, De Pazos, De Pedro, De Pinedo, De Prado, De Rayo, De Sárraga, De Sá, De Trinidad, De Ureña, De Donado, Donaire, Donato, Doña, Doñas, Donzón, Dorado, Dormos, Dormuz, Doryan, Duar, Duares, Duarte, Duartes, Duenas, Dueñas, Duque, Duque Estrada, Durall, Durán, Durante, Duval, Duvall, Duverrán.
E
Echandi, Echavarría, Echeverri, Echeverría, Eduarte, Egea, Elías, Eligia, Elizalde, Elizonda, Elizondo, Elmaleh, Emanuel, Enrique, Enriques, Escude, Escudero, España, Esparragó, Espelerta, Espeleta, Espinach, Espinal, Espinales, Espinar, Espino, Espinosa, Espinoza, Espitia, Esquivel, Esteban, Esteves, Estévez, Estrada, Estrella.
F
Faba, Fabara, Fabián, Fábrega, Fabregat, Fabres, Facio, Faerrón, Faeth, Faiges, Fait, Faith, Fajardo, Falco, Falcón, Falla, Fallas, Farach, Farah, Fargas, Farias, Farías, Faries, Fariña, Fariñas, Farrach, Farrer, Farrera, Farrier, Fatjo, Fatjó, Faundez, Faune, Fava, Fazio, Fermández, Fermán, Francés, Frances, Francesa, Francia, Francis, Franco, Fray, Frayle, Freer, Freira, Fresno, Freyre, Frías, Frutos, Fuentes, Fumero, Funes, Funez, Fúnez, Fuscaldo, Fusco.
G
Gabriel, Gadea, Gaete, Gago, Gainza, Gaitán, Galacia, Galagarza, Galán, Galarza, Galaviz, Galba, Galcerán, Galeano, Galeas, Galeno, Galera, Galiana, Galiano, Galindo, Galino, Galiñanes, Gracias, Gradis, Grajal, Grajales, Grajeda, Grana, Granada, Granados, Granda, Grandoso, Granera, Granizo, Granja, Graña, Gras, Grau, Greco, Greñas, Gridalva, Grigoyen, Grijalba, Grijalda, Grijalva, Grillo, Guadamuz, Guadrón, Guajardo, Guardado, Guardano, Guardia, Guardián, Guardiola, Guarín, Guasch, Gudino, Gudiño, Güel, Güell, Güendel, Güendell, Guerra, Guerrero, Guevara, Guido, Guie, Guier, Guifarro, Guilá, Guillarte, Guillén, Guillermet, Guillermo, Guilles, Güillies, Guillies, Guillis, Guilloch, Guiménez, Guindos, Guitiérrez, Guitta, Guix, Gulubay, Gunera, Guntanis, Gurdián, Gurrero, Gurrola, Gustavino, Gutiérrez, Guzmán.
H
Haba, Habibe, Haenz, Harrah, Hénchoz, Hernández, Hernando, Hernánez, Herra, Herradora, Herrán, Herrera, Herrero, Hevia, Hidalgo, Hierro, Hincapié, Hinostroza, Horna, Hornedo, Huerta, Huertas, Huete, Huezo, Hurtado, Hurtecho.
I
Ibáñez, Ibarra, Ibarras, Icaza, Iglesias, Ilama, Irola, Isaac, Isaacs, Israel, Ivañez, Izaba, Izaguirre, Izandra, Iznardo, Izquierdo, Izrael, Izurieta.
J
Jácamo, Jacobo, Jácome, Jácomo, Jaen, Jiménez, Jimera, Jinesta, Jirón, Joseph, Jovel, Juárez, Junco, Juncos, Jurado.
K
Kaminsky, Klein, Kuadra.
L
La Barca, Labra, Lacarez, Lacayo, Lafuente, Lago, Lagos, Laguardia, Laguna, Lain, Laine, Lainez, Laitano, Lamas, Lamela, Lamicq, Lamugue, Lamuza, Lancho, Lanco, Landazuri, Lández, Lanuza, Lanza, Lanzas, Lapeira, Laporte, Laprade, Lara, Lares, Largaespada, Largo, Larios, Leandro, Ledezma, Ledo, Leitón, Leiva, Lejarza, Lemmes, Lemos, Lemus, Lemuz, Leñero, León, Lépiz, Levi, Leytón, Leyva, Lezama, Lezana, Lezcano, Lhamas, Lieberman, Lima, Linares, Linarte, Lindo, Lines, Líos, Lira, Lizama, Lizana, Lizano, Lizarme, Llabona, Llach, Llado, Llamazares, Llamosas, Llano, Lanos, Llanten, Llaurado, Llerena, Llibre, Llinas, Llobet, Llobeth, Llorca, Llorella, Llorens, Llorente, Llosent, Lloser, Llovera, Llubere, Loáciga, Loáiciga, Loáisiga, Loaissa, Loaiza, Lobo, Loeb, Loew, Loinaz, Lombardo, Londoño, Lope, Lopes, Lopera, López, Lopezlage, Loprete, Lora, Loredo, Lorente, Lorenz, Lorenzana, Lorenzen, Lorenzo, Loría, Lorío, Lorio, Lorz, Losada, Losilla, Louk, Louzao, Loynaz, Loza, Lozano, Luarca, Lucas, Lucena, Lucero, Lucke, Lugo, Luis, Luján, Luna, Lunaza, Luque, Luquez.
M
Macaya, Macedo, Maceo, Machado, Machín, Machuca, Macia, Macias, Macías, Macís, Macre, Macrea, Madariaga, Maderos, Madinagoitia, Madrano, Madrid, Madriga, Madrigal, Madril, Madriz, Maduro, Magalhaes, Magallón, Magaña, Magdalena, Maguiña, Mahomar, Maikut, Maingot, Mairena, Maisonave, Maita, Majano, Majarres, Malaga, Maldonado, Malé, Malespín, Malestín, Maltés, Maltez, Malvarez, Manavella, Mancheno, Mancia, Mancía, Mandas, Mangaña, Mangas, Mangel, Manjarres, Mans, Mansalvo, Mansilla, Manso, Mantanero, Mantica, Mantilla, Manuel, Manzanal, Manzanares, Manzano, Manzur, Marabiaga, Maradiaga, Marbes, Marbis, Marcenaro, March, Marchena, Marcia, Marcías, Marcillo, Marcos, Mardones, Marenco, Margules, María, Marichal, Marín, Marinero, Marino, Mariñas, Mariño, Marot, Maroto, Marqués, Marquez, Marreco, Marrero, Marroquín, Marsell, Marte, Martell, Martén, Martens, Martí, Martin, Martínez, Martins, Marvez, Mas, Masía, Masís, Maso, Mason, Massuh, Mastache, Mata, Matamoros, Matarrita, Mate, Mateo, Matera, Mateus, Matías, Matos, Mattus, Mattuz, Matul, Matus, Matute, Maurel, Maurer, Mauricio, Mauro, Maynard, Maynaro, Maynart, Mayo, Mayor, Mayorga, Mayorquín, Mayre, Mayrena, Maza, Mazariegos, Mazas, Mazín, Mazón, Mazuque, Mazure, Medal, Mijares, Milanés, Milano, Millet, Mina, Minas, Minero,Miño, Miqueo, Miraba, Miralles, Mirambell, Miramontes, Miranda, Miro, Mirquez, Mitja, Mitjavila, Mizrachi, Mojarro, Mojica, Molestina, Molian, Molín, Molina, Molinero, Molleda, Mollinedo, Mollo, Moncada, Mondol, Mondragón, Moneda, Moneiro, Monestel, Monga, Mongalo, Móngalo, Monge, Mongillo, Monguillo, Monjarres, Monjarrez, Monjica, Monserrat, Montagné, Montalbán, Montalbert, Montalto, Montalván, Montalvo, Montana, Montanaro, Montandón, Montano, Montealegre, Montealto, Montecino, Montecinos, Monteil, Montejo, Montenaro, Montenegro, Montero, Monterosa, Monteroza, Monterrey, Monterrosa, Monterroso, Montes, Monterinos, Monteverde, Montiel, Montier, Montoya, Monturiol, Mora, Moraes, Moraga, Morales, Morán, Morazán, Moreira, Morejón, Morena, Moreno, Morera, Moriano, Morice, Morillo, Morín, Moris, Morise, Moro, Morote, Moroto, Morraz, Morúa, Morún, Morux, Morvillo, Moscarella, Moscoa, Moscoso, Mosquera, Motta, Moxi, Moya, Mozquera, Mugica, Muiña, Muir, Mulato, Munera, Mungía, Munguía, Munive, Munizaga, Muñante, Muñiz, Muñoz, Murcia, Murgado, Murgas, Murias, Murillo, Murilo, Muro, Mussap, Mussapp, Mussio, Mustelier, Muxo.
N
Naim, Naira, Nájar, Nájares, Najarro, Nájera, Nájeres, Naranjo, Narvaes, Narváez, Nasralah, Nasso, Navaro, Navarrete, Navarrette, Navarro, Navas, Nayap, Nazario, Nema, Nemar, Neyra, Noguera, Nomberto, Nora, Noriega, Norza, Nova, Novales, Novo, Novoa, Nuevo, Nuez, Nunga, Núñez.
O
Obaldía, Obanbo, Obando, Obares, Obellón, Obon, Obrego, Obregón, Ocampo, Ocampos, Ocaña, Ocaño, Ocario, Ochoa, Ocón, Oconitrillo, Olivas, Oliver, Olivera, Oliverio, Olivier, Oliviera, Olivo, Oller, Olmeda, Olmedo, Olmo, Olmos, Omacell, , Omodeo, Ondoy, Onetto, Oñate, Oñoro, Oporta, Oporto, Oquendo, Ora, Orama, Oramas, Orantes, Ordeñana, Ordoñes, Ordóñez, Orduz, Oreamuno, Oreas, Oreiro, Orella, Orellana, Orfila, Orias, Orios, Orjas, Orjuela, Orlich, Ormasis, Ormeño, Orna, Ornes, Orochena, Orocu, Orosco, Orozco, Ortega, Ortegón, Ortiz, Ortuño, Orve, Osante, Oseda, Osegueda, Osejo, Osequeda, Oses, Osorio, Osorno, Ospina, Ospino, Ossa, Otalvaro, Otárola, Otero, Oto, Otoya, Ovares, Ovarez, Oviedo, Ozerio, Ozores, Ozuno.
P
Pabón, Pacheco, Paco, Padilla, Páez, Paguaga, País, Países, Paiz, Pajuelo, Palacino, Palacio, Palacios, Palaco, Paladino, Palazuelos, Palencia, Palma, Palomar, Palomino, Palomo, Pamares, Pampillo, Pana, Pandolfo, Paniagua, Pantigoso, Pantoja, Paña, Papez, Parada, Parado, Parajeles, Parajón, Páramo, Pardo, Paredes, Pareja, Pares, París, Parra, Parrales, Parreaguirre, Parriles, Parrilla, Pasamontes, Pasapera, Pasos, Passapera, Pastor, Pastora, Pastrán, Pastrana, Pastrano, Patiño, Patricio, Paut, Pauth, Pavez, Pavón, Paz, Pazmiño, Pazos, Pedraza, Pedreira, Pedreiro, Pedroza, Peinador, Peinano, Peláez, Pellas, Pellecer, Pena, Penabad, Penado, Pendones, Penón, Penso, Peña, Peñaloza, Peñaranda, Peñas, Peñate, Penzo, Peñón, Peraldo, Perales, Peralta, Peraza, Perdomo, Perea, Perearnau, Pereira, Pino, Pintado, Pinto, Pinzas, Piña, Piñar, Piñate, Piñeiro, Piñeres, Pinzón, Pío, Pion, Piovano, Piovet, Pitalva, Piza, Pizarro, Pla, Plá, Placeres, Pláceres, Plácido, Placidón, Plaja, Platero, Poblador, Poblete, Pocasangre, Pochet, Podoy, Pokoy, Pol, Polamo, Polo, Polonio, Poma, Pomar, Pomareda, Pomares, Ponares, Ponce, Pontigo, Pool, Porat, Porquet, Porras, Porta, Portela, Porter,Portero, Portilla, Portillo, Portobanco, Portocarrera, Portugués, Portuguez, Posada, Posla, Poveda, Povedano, Pozo, Pozos, Pozuelo, Prada, Pradella, Pradilla, Prado, Prat, Pratt, Pravia, Prendas, Prendis, Pretiz, Prettel, Prieto, Prietto, Primante, Prior, Prioto, Privatt, Procupez, Puente, Puentes, Puertas, Puga, Puig, Pujo, Pujol, Pulido, Pulis, Pull, Pulles, Pupo, Purcallas.
Q
Quedo, Queralt, Queredo, Querra, Quesada, Quevedo, Quezada, Quiel, Quijada, Quijano, Quirce, Quiroga, Quirós, Quiroz.
R
Raa, Raabe, Raba, Rabetta, Raga, Raigada, Raigosa, Ramírez, Ramón, Ramos, Randel, Randuro, Rangel, Raphael, Rauda, Raudes, Raudez, Raventos, Raventós, Raygada, Rayo, Rayos, Real, Reales, Reazco, Recinos, Recio, Redondo, Regaño, Rodesma, Rodesno, Rodezno, Rodó, Rodo, Rodrigo, Rodríguez, Roe, Roig, Rois, Rojas, Rojo, Roldán, Romagosa, Román, Romano, Romero, Roque, Rosa, Rosabal, Rosales, Rosas, Rouillón, Rovillón, Rovira, Roviralta, Roy, Royo, Roys, Rozados, Rozo, Ruano, Rubí, Rubia, Rubín, Rubino, Rubio, Rucavado, Rudín, Rueda, Rugama, Rugeles, Ruh, Ruilova, Ruin, Ruiz, Romoroso, Russo.
S
Saavedra, Saba, Sabah, Saballo, Saballos, Sabat, Sabate, Sabba, Sabín, Sabogal, Saborío, Saboz, Sacasa, Sacida, Sada, Sadaña, Sáenz, Saer, Saerron, Sáez, Safiano, Sage, Sagel, Sagot, Sagreda, Saguero, Sala, Salablanca, Salamanca, Salas, Salazar, Salbavarro, Salcedo, Salcino, Saldaña, Saldivar, Salgada, Salgado, Salguera, Salguero, Saliba, Salinas, Salmerón, Salmón, Salom, Salomón, Salumé, Salume, Salustro, Salvado, Salvatierra, Salvo, Samaniego, Sambrana, Samper, Samudio, Samuel, San Gil, San José, San Juan, San Martín, San Román, San Silvestre, Sanabria, Saucedo, Sauza, Savala, Savallos, Savedra, Savinón, Saxón, Sayaguez, Scriba, Seas, Seballos, Secades, Secaida, Seco, Sedano, Sedo, Segares, Segovia, Segreda, Segura, Sehezar, Selaya, Selles, Selva, Selvas, Semerawno, Semeraro, Sepúlveda, Sequeira, Sermeño, Serra, Serracín, Serrano, Serrato, Serraulte, Serru, Serrut, Servellón, Sevilla, Sevillano, Sibaja, Sierra, Sieza, Sigüenza, Siguenza, Siles, Siliezar, Silva, Silvera, Silvia, Simana, Simón, Sinchico, Sio, Sion, Siri, Sirias, Siverio, , Siz, Sobalvarro, Sobrado, Sojo, Sol, Solana, Solano, Solar, Solares, Solarte, Soldevilla, Solé, Solemne, Soler, Solera, Soley, Solís, Soliz, Solno, Solo, Solórzano, Soltero, Somarriba, Somarribas, Somoza, Soria, Sorio, Soro, Sorto, Sosa, Sossa, Sosto, Sotela, Sotelo, Sotillo, Soto, Sotomayor, Sotres, Souto, Soutullo, Sovalbarro, Soza, Suárez, Suazao, Suazo, Subia, Subiros, Subirós, Subisos, Succar, Sueiras, Suñer, Suñol, Surroca, Suyapa, Suzarte.
T
Tabah, Tabares, Tablada, Tabor, Tabora, Taborda, Taco, Tagarita, Tagarró, Tal, Talavera, Taleno, Tamara, Tamargo, Tamayo, Tames, Tanchez, Tanco, Tapia, Tapias, Taracena, Tardencilla, Tarjan, Tarrillo, Tasara, Tate, Tato, Tavares, Tedesco, Teherán, Teijeiro, Teixido, Tovar, Trala, Traña, Traures, Travierzo, Travieso, Trediño, Treguear, Trejos, Treminio, Treviño, Triana, Trigo, Triguel, Triguero, Trigueros, Trilite, Trimarco, Trimiño, Triquell, Tristán, Triunfo, Troche, Trocanis, Troncoso, Troya, Troyo, Troz, Trueba, Truffat, Trujillo, Trullas, Trullás, Truque, Tula, Turcio, Turcios.
U
Ubach, Ubao, Ubeda, Ubico, Ubilla, Ubisco, Uralde, Urbano, Urbina, Urcuyo, Urdangarin, Urea, Urela, Ureña, Urgellés, Uriarte, Uribe, Uriel, Urieta, Uriza, Uroz, Urquiaga, Urra, Urraca, Urrea, Urroz, Urruela, Urrutia, Urtecho, Urunuela, Urzola, Usaga, Useda, Uva, Uveda, Uzaga, Uzcategui.
V
Vadivia, Vado, Valdelomar, Valderama, Valderrama, Valderramo, Valderramos, Valdés, Valdescastillo, Valdez, Valdiva, Valdivia, Valldeperas, Valle, Vallecillo, Vallecillos, Vallejo, Vallejos, Valles, Vallez, Valls, Vals, Valverde, Vanegas, Vaquerano, Vardesia, Varela, Varga, Vargas, Vargo, Varsi, Varsot, Vartanian, Varth, Vasco, Vasconcelos, Vasílica, Vásquez, Vassell, Vaz, Veas, Vedoba, Vedova, Vedoya, Vega, Vegas, Vela, Velarde, Velasco, Velásquez, Velazco, Velázquez, Vélez, Veliz, Venegas, Ventura, Vera, Verardo, Verastagui, Verdesia, Verdesoto, Vergara, Verguizas, Vertiz, Verzola, Vesco, Viales, Viana, Viatela, Vicario, Vicente, Vico, Víctor, Victores, Victoria, Vidaechea, Vidal, Vidales, Vidalón, Vidaorreta, Vidaurre, Videche, Vieira, Vieto, Vigil, Vigot, Vila, Vilaboa, Vilallobos, Vilanova, Vilaplana, Villar, Villareal, Villarebia, Villareiva, Villarreal, Villarroel, Villas, Villaseñor, Villasuso, Villatoro, Villaverde, Villavicencio, Villeda, Villegas, Villejas, Villena, Viloria, Vindas, Vindel, Vinueza, Viñas, Víquez, Viscaino, Viso, Vivallo, Vivas, Vivero, Vives, Vívez, Vivies, Vivó, Vizcaíno, Vizcayno.
W
Wainberg, Wolf.
X
Xatruch, Xirinachs, Xiques.
Y
Yaacobi, Yanarella, Yanayaco, Yanes, Yepez, Yglesias, Yllanes, Yurica, Yzaguirre.
Z
Zabala, Zabaleta, Zabate, Zablah, Zacarías, Zacasa, Zalazar, Zaldivar, Zallas, Zambrana, Zambrano, Zamora, Zamorano, Zamudio, Zamuria, Zapata, Zaragoza, Zárate, Zarco, Zaror, Zarzosa, Zavala, Zavaleta, Zayas, Zayat, Zecca, Zedan, Zegarra, Zelada, Zelaya, Zeledón, Zepeda, Zetina, Zonta, Zoratte, Zuleta, Zumba, Zumbado, Zúñiga, Zunzunegui.
Com informações de Jornal Ciência.
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Fonte:https://www.semprefamilia.com.br/se-seu-sobrenome-estiver-nessa-lista-voce-pode-ser-descendente-de-judeus-e-nem-saber/
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Parashat Shofetim


Resumo da Parashá

A Parashat Shofetim Resumida


Shofetim trata primeiramente dos mandamentos a respeito da criação de um sistema de liderança na Terra de Israel, começando com a designação de cortes, juizes e oficiais em cada cidade. Após esboçar o processo de julgar um idólatra, a Torá ensina que a pena de morte deve ser imposta a qualquer erudito que pronunciar uma decisão contra o Grande Sanhedrin (Suprema Corte de 71 juizes) em Jerusalém, não importa o quanto sejam notáveis os eruditos envolvidos na disputa.
O povo judeu recebe ordens de requisitar um rei assim que estiver instalado em Israel. São relacionados alguns dos presentes especiais que devem ser dados aos cohanim, sacerdotes.
Após descrever a natureza da profecia, a Torá repete as leis do Ir Hamiklat, cidade de refúgio para assassinos acidentais, e descreve o caso judiciário especial de Edim Zomemim, testemunhas conspiratórias.
A Torá então fala de vários aspectos da conduta da nação durante a guerra, dizendo-lhes para não temer os inimigos, e relacionando aquelas pessoas que estão isentas do serviço militar. Deve-se primeiro dar ao inimigo a oportunidade de paz, e o povo judeu deve ser cuidadoso para não destruir nenhuma árvore frutífera durante a batalha.
A porção da Torá conclui com o caso do assassinato não resolvido e com o ritual da eglá arufá, a novilha decapitada, que serve como expiação para o povo das cidades vizinhas por não terem impedido o assassinato.

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Parashat Reê - Vede, Veja

Resumo da Parashá

A Parashat Reê Resumida

Na Parashat Reê, Moshê continua a exortar o povo judeu a seguir os caminhos da Torá, e a confiar em D’us. Moshê começa a colocar as mitsvot em perspectiva, sem ambigüidade, declarando que o povo judeu será abençoado se cumprir a Torá, e amaldiçoado se não o fizer.
Ele começa então uma longa revisão de várias mitsvot, compreendendo a maior parte do livro Devarim. Primeiro discute alguns dos mandamentos que são relevantes à iminente conquista da Terra de Israel pelo povo, conclamando-os novamente a remover qualquer vestígio de idolatria. Após ensinar-lhes certos detalhes sobre a oferenda e o consumo de corbanot, sacrifícios, a Torá ordena que o povo judeu se abstenha de imitar as nações que os circundam. A eles é dito que permaneçam atentos aos falsos profetas e outras pessoas que poderiam afastá-los de D’us, e aprendem as leis de uma cidade judaica que tornou-se tão corrupta que a maioria de seus cidadãos sucumbiu à idolatria, recebendo por isso a pena de morte.
A Torá faz uma revisão sobre quais animais são casher, permitidos para consumo, e quais não o são, seguida pelas leis de ma’aser sheni – o segundo "dízimo", que é consumido por seus proprietários, mas apenas na cidade de Jerusalém.
Após ordenar que todas as dívidas sejam canceladas ao final de cada sétimo ano (Shemitah), e que devemos ser calorosos e caridosos com nossos irmãos, a Torá repete as leis relativas ao servo judeu. Ele deve ser libertado incondicionalmente no sétimo ano e coberto de presentes generosos por seu antigo amo.
A Parashat Reê conclui com uma breve descrição das três festas de peregrinação – Pêssach, Shavuot e Sucot – quando todos deveriam ir a Jerusalém e ao Templo com oferendas, para celebrar sua prosperidade.

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Parashat Ekev

No capítulo 10, versículo 16, nos deparamos com um mandamento especial: “Você deve circuncidar o prepúcio de vosso coração.”

Já conhecemos o mandamento da circuncisão, que o Criador ordenou a nosso patriarca Abraão, no capítulo 17 do livro de Bereshit (Gênesis). O comando é repetido no capítulo 12 do livro de Vaicrá (Levítico), após a entrega da Torá ao povo de Israel, fortalecendo e dando um novo valor ao comando.No capítulo 10, versículo 16, nos deparamos com um mandamento especial: “Você deve circuncidar o prepúcio de vosso coração.”

Já conhecemos o mandamento da circuncisão, que o Criador ordenou a nosso patriarca Abraão, no capítulo 17 do livro de Bereshit (Gênesis). O comando é repetido no capítulo 12 do livro de Vaicrá (Levítico), após a entrega da Torá ao povo de Israel, fortalecendo e dando um novo valor ao comando.No capítulo 10, versículo 16, nos deparamos com um mandamento especial: “Você deve circuncidar o prepúcio de vosso coração.”

Já conhecemos o mandamento da circuncisão, que o Criador ordenou a nosso patriarca Abraão, no capítulo 17 do livro de Bereshit (Gênesis). O comando é repetido no capítulo 12 do livro de Vaicrá (Levítico), após a entrega da Torá ao povo de Israel, fortalecendo e dando um novo valor ao comando.

Saindo da superficialidade

A Torá nos retira dessa superficialidade. Possuimos uma alma sobrenatural, com qualidades extraordinárias, capazes de transformar este mundo num paraíso. A Torá não quer que passemos nossos anos em vão, sem perceber a grandeza da obra de D´us no mundo e sem utilizarnos de nosso potencial máximo. Nos colocou nesta vida para “fazer”, para sermos parceiros na criação que deveria funcionar da seguinte maneira: enquanto uns se ocupariam com os aspectos mais materiais, Israel se ocuparia com a parte espiritual. Contudo, com a dupla bênção que o nosso Patriarca Yaacov recebeu, ao “roubar” a bênção de seu perigoso irmão, terminamos como responsáveis em realizar as duas tarefas, trabalhando em todas as facetas da criação.

No discurso de Moshe, pouco antes de entrar na Terra da Profecia, a mensagem é repetida uma e outra vez, a partir de diferentes pontos de vista. Mas este pequeno verso nos passa a mensagem, muito claramente.

Opacidade

Tal expressão também é repetida com relação as árvores, quando, no capítulo 19 de Vaicrá, diz que o fruto das árvores recém-plantadas deverão ser “não circuncisadas” durante os três primeiros anos, no quarto ano será dedicado um cântico especial no templo, e a partir do quinto ano poderão ser consumidas livremente. A tradução desta expressão para o aramaico de “Onkelos” usa uma palavra que significa algo como “opacidade”, que significa que, nestes primeiros anos a fruta não está em suas boas propriedades, está “opaca”. Ou, talvez, que quem a consumir nestes primeiros anos não aproveita seu melhor gosto e a torna ‘opaca’, sendo assim, incapaz de captar o verdadeiro sabor da fruta.

E mais, considerando que as árvores que crescem na Terra Santa possuem propriedades espirituais que não existem nas árvores nos outros lugares do mundo, o não cumprimento das regras que a Torá indica, essas propriedades divinas do produto é perdido ou até mesmo causar um coma que se tornar mais “opaco” para o espiritual.


Amarrado e Desamarrado


Os sábios usam também outra expressão que significa a mesma coisa. Na Mishná e no Talmud usam a expressão “Asur” para o proibido e ‘Mutar’ para o permitido. Seus significados etimológicos são: “amarrado” e “desamarrado”, respectivamente. Em seu significado básico, poderíamos dizer que tal ato está “amarrado” a ordem divina e você não pode fazê-lo, enquanto o outro está “desamarrado” dos laços que o impedem de reazalizá-lo. Os Sábios, de qualquer maneira, fornecem um significado espiritual mais grave, assim como o que vimos com os frutos “não circuncisados”. Por transgredir uma proibição, a pessoa mesma está “amarrando” o pecado em si mesmo.


Como por exemplo, uma dançarina que deve seguir regras rigorosas de dieta e exercícios. Se ela não cumprir com as regras, logo se perceberá as consequencias que está “amarrando” a sua rotina, a impedindo de realizar os movimentos difíceis, que exigem uma barriga lisa e músculos fortes.


Insensibilidade


Um coração “não circuncisado” é um coração insensível as mensagens divinas. Não é capaz de reconhecer a vitalidade espiritual que reside na natureza, mesmo na natureza israelita que é sobrenatural, mais próxima do divino. Não consegue enxergar os avisos que o Criador nos envia diariamente, para ajudar-nos a melhorar nosso comportamento, nem mesmo aqueles que vem explícitamente da boca dos profetas.


O profeta Yechezkel (Ezequiel 44) queixa-se dos sacerdotes que trabalhavam no Templo Sagrado, mas “não eram circuncisados” no coração e até mesmo na carne, menosprezando as instruções divinas da Torá, transformando o Santuário num simples local de trabalho ou, pior, num lugar de magia, sem levar em consideração a preparação física e espiritual que se deve ter para realizar as tarefas importantes do Criador.

O versículo na nossa Parasha continua dizendo “e não endurecerá mais vossa cerviz” (Devarim 10:16). A “cerviz dura” é uma expressão hebraica que se refere a ‘teimosia’, ‘cabeça dura’.

Teimosia em si não é ruim. A necessitamos desesperadamente durante os anos negros da interminável diáspora que passamos, quando não se via neum um único vislumbre de esperança no fim do túnel, enquanto passávamos pela nações hostis da Europa, Ásia e África (mesmo na América Livre, talvez mais lá). “Abandonar seus costumes descoloridos, suas teorias ultrapassadas e seu espiritualismo utópico para se integrar a sociedade moderna” – era o mantra durante os dois mil anos de exílio, nas sociedades que nos rodiavam. Sem a teimosia judaica teriamos desaparecido do palco da história há muito tempo, completamente assimilados, não haveria nem um sobrenome, nem uma relíquia distante de nossa gloriosa singularidade.

O problema começa quando fazemos o uso não correto dessa qualidade preciosa e a usamos para emperrarnos num comportamento “sem sal”, que carece de energia positiva, egoísta e míope.

Vaetchanan - Deuteronômio 3:23-7:11

O paradoxo do povo escolhido
Retirado do livro Mas allá del versículo, do Rabino Eliahu Birnbaum
Pois vós sois um povo santo para o Eterno vosso De’s. O Eterno vosso De’s escolheu-vos por povo Seu entre todos os povos que há sobre a face da terra. O Eterno comprazeu-se convosco e vos escolheu, não porque éreis mais numerosos que os demais povos, na realidade éreis o mais pequeno, mas sim porque o Eterno vos amava e porque quis cumprir o juramento que tinha feito a vossos pais. Por isso vos arrancou da mão do faraó, rei do Egito, redimindo-vos da casa da servidão. Tende em conta, pois, que só o Eterno vosso De’s, um De’s fiel que guarda o Pacto e é piedoso até à milésima geração com quem cumpre os seus mandamentos, e dá o seu merecido aos que o aborrecem… (Deuteronómio 7, 1-10)
Muito se tem escrito sobre a ideia de Israel como povo escolhido (Am Segulá). Em cada geração e até à época atual, esta ideia tem sido objeto de diferentes reflexões.
Algumas vezes por discrepância, outras por evasão; algumas vezes por identificação entusiasta, e muitas vezes pela missão encomendada a toda a Humanidade. Evidentemente, o tema teve explicações cósmicas, históricas, biológicas espirituais, filosóficas e cabalísticas.
Nas diferentes correntes do pensamento judaico existem abordagens que tentam descrever a posição especial que caracteriza o povo de Israel e que o coroa como um povo virtuoso e escolhido.
Há quem argumente que a peculiaridade do povo de Israel emerge de uma virtude que não existe em pessoas não judias. Esta orientação coloca a natureza do indivíduo judeu como algo especial, e considera que o judeu, sem muito esforço nem ações especiais, ao nascer dentro do povo judeu, tem qualidades distintivas. Outros dizem que a peculiaridade do povo de Israel está na dimensão empírica, pois o destino do povo judeu é singular, e não existe nenhum tipo de analogia entre ele e outras nações. Mas o que é particular do povo judeu reside na sua história, que parece ser estranha quando comparada com a história da humanidade.
Há quem veja a essência do povo escolhido em conteúdos, valores e obrigações que transcendem com a sua crença. Segundo esta orientação, não existe nenhuma peculiaridade na natureza do povo; ela reside na sua vida e na sua fé.
Outros opinam que só depois de cumprir com a sua missão redentora é que o povo judeu poderá assumir a sua condição de povo escolhido. O povo de Israel, mesmo no caso de ser o povo escolhido, deve pôr-se a prova, porque a sua eleição não é predestinada. De acordo com esta posição, o povo de Israel deverá consegui-la pelos seus méritos.
O que fica claro, principalmente, é que a eleição do povo judeu não responde a regras de carácter biológico.
O carácter particular do povo de Israel reside na necessidade de entender que De’s o escolheu para o libertar do jugo do Egito, entregou-lhe as tábuas da lei e deu-lhe morada na Terra Prometida. Estes argumentos ratificam a causa da eleição e disposição da Providência para com o povo de Israel entre todos os povos do mundo.
Assim como lemos nesta parashá, não foi por serem numerosos nem pelo seu saber extraordinário, nem pela sua virtude inata ou histórica que o povo foi assinalado entre nós. Foi sim por amor, o amor que oferece uma resposta ao amor divino. Abraão Isaac e Jacob foram devotos de De’s e andaram nos Seus caminhos. Por isso De’s assinou um pacto com eles e prometeu-lhes distinguir os seus descendentes.
Eleição e preferência são uma ação de amor que impõe amor.
Na Bíblia não se observam elogios por parte de De’s ao povo judeu; pelo contrário, os factos que o merecem são acompanhados das críticas mais duras e das zangas mais intensas.
A definição clássica alega que o povo judeu foi escolhido pela sua religião e pela sua cultura, mas, sobretudo, pela sua identidade nacional. A integração de religião e nacionalidade confirmam a sua existência até aos nossos dias.
A ação suprema de De’s evidencia-se no facto de que redimiu os judeus da escravidão dando-lhes a Torá, para que se transformassem num povo venerável com função sacerdotal.
A questão que se refere à influência da missão terrena dos judeus sobre outros povos é um tema de constante discussão. Qual é o conteúdo de uma união e compromisso de tal magnitude? Realizar-se como povo que preenche um objetivo histórico especial: “reinado de sacerdotes e povo consagrado”.
O povo judeu foi designado por De’s para redimir o dia-a-dia a vida do Homem, cumprindo com os mandatos divinos, e sendo zeloso da sua moral e dos preceitos do seu povo.
O desígnio de predestinado está circunscrito à condição de cumprir os mandamentos e a vontade divina, povoando a terra prometida, conseguindo segurança, assegurando esplendor e prosperidade, com liberdade e respeito por todos.
De’s, através da Sua existência, transcende, influenciando o exercício das ações que povo escolhido realiza, restringindo os seus atos nas prescrições bíblicas que o caracterizam. Não está nas suas intenções influenciar outros povos.
De’s, na Sua omnipotência, necessita de um povo pequeno para fazer história, não pela força e pela servidão, mas sim pelo espírito que o acompanha: “não por serem numerosos entre os povos foram escolhidos por De’s, porque vocês são menos.”
Somente um povo que pelos seus atos testemunha a existência infinita de De’s pode ser o povo irrepreensível, digno de ser escolhido.
As explicações atuais ratificam que o povo de Israel não foi investido nem pelo seu conhecimento nem pelo seu credo. Muito pelo contrário, foi designado para que entenda, conheça e creia; para que ao ser escolhido aprenda com a sua história. Pela sua própria comparência perante os desígnios da história, a sua presença testemunha a existência suprema do Todo-poderoso.
Outra conceção manifesta que o povo de Israel foi depositário de uma missão de moral e justiça que redima o mundo.
O processo “pedagógico“ de De’s não se dirigia a todos por igual. A sua intenção é justamente escolher um povo que se transforme num exemplo para todos os povos, para que aprendam com ele e reconheçam o caminho a seguir.
O povo de Israel tem um destino e uma missão comuns.
O destino coloca uma situação predeterminada, sobre a qual não existe domínio. A escravidão no Egito é exemplo de um facto que se impôs ao nosso povo, mas que se transformou num acontecimento de destino coletivo. Pelo contrário, a aliança do monte Sinai marcou o desígnio do povo judeu ao longo de toda sua história.
A Revelação do monte Sinai não se refere a uma aliança anacrónica, válida apenas para a geração do deserto, ou para os judeus de era de Israel nem da época do primeiro e segundo Templos. Sem dúvida, reconhece a consistência nacional de todo o povo judeu, porque o estabelece e o congrega ao redor de um só credo, uma só convicção, uma só cultura e uma única missão.
Rabino Eliahu Birnbaum
Posted on July 26, 2018
Porção Semanal da Torá (Parashat Hashavua)
Tags Parashat Shavua, Porção da Semana, Rabino Eliahu Birnbaum, Shavei Israel, Torá, Vaetchanán

Vaet'chanan continua o relato da Torá sobre o discurso final de Moshê aos Filhos de Israel. Ele diz ao povo que implorou a D'us para permitir-lhe entrar na terra de Israel, mas o Criador recusou seu pedido.
Moshê então continua a exortar e advertir o povo a obedecer à Torá e seus mandamentos, não aumentando nem subtraindo de suas mitsvot. Diz-lhes para lembrarem-se sempre da incrível Revelação que viveram no Monte Sinai, passando aquela memória de geração em geração.
Moshê adverte o povo judeu sobre o prolongado exílio que viverão se abandonarem a Torá, e como D'us ao final os levará de volta à terra de Israel. Após designar as três cidades de refúgio na margem oriental do Rio Jordão, Moshê repete os Dez Mandamentos e ainda descreve a revelação do Criador no Monte Sinai, enquanto ao mesmo tempo continua a admoestar o povo judeu a manter sua observância da Torá.
Moshê ensina-lhes então o primeiro parágrafo do Shemá, a passagem fundamental que recitamos duas vezes ao dia, expressando nossa crença de que D'us é um, e declarando nosso compromisso de amá-Lo e servi-Lo.
Mais uma vez, Moshê exorta o povo a confiar em D'us, permanecer fiel à Torá, e ficar sempre consciente das ciladas da prosperidade e do sucesso.
Após ordenar ao povo judeu que ensine seus filhos sobre o milagroso Êxodo do Egito, a porção conclui com alguns mandamentos adicionais e avisos a respeito da conquista próxima da terra de Israel.
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Parashat Devarim - Palavras - Deuteronômio 1:1-3:22


Esta semana começamos o quinto e último livro da Torá, Devarim (Deuteronômio), conhecido na literatura rabínica como Mishnê Torá, a revisão da Torá. Seu conteúdo foi falado por Moshê ao povo judeu durante as cinco semanas finais de sua vida, enquanto o povo se preparava para entrar na Terra de Israel. Nele, Moshê explica e comenta muitas das mitsvot outorgadas previamente e outras que aqui aparecem pela primeira vez. Ele também os adverte continuamente a permanecer diligentes e fiéis às leis e ensinamentos de D’us.
A Parashat Devarim começa com a velada censura de Moshê, na qual faz referência aos numerosos pecados e rebeliões dos quarenta anos anteriores. Prossegue então relatando vários dos incidentes mais significativos que ocorreram com o povo judeu no deserto, lançando uma luz sobre as narrativas prévias da Torá.
Moshê fala da malograda missão dos espiões: dez dos doze homens enviados para vigiar a terra tinham voltado com um relatório negativo, e devido à falta de fé do povo, D’us condenou toda a nação a vagar por quarenta anos no deserto, tempo durante o qual a geração do êxodo morreu. Moshê então avança para discutir a conquista dos Filhos de Israel da margem leste do Rio Jordão. A Porção da Torá conclui com palavras de encorajamento para o sucessor de Moshê, Yehoshua.


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Yeshiva do Sertão 7/72018 (Fotos) Sinagoga Sem Fronteiras

Yeshiva do Sertão 7/72018 Fotos
Rabino Ventura e Jacque Ventura 
Yeshivá do Sertão!

Yeshiva do Sertão - 27/12/2017 / Sinagoga sem fronteiras

Yeshiva do Sertão - 27/12/2017

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Depoimento de alguns de nossos jovens participantes:
"Estou achando maravilhosa a experiência de aprender o hebraico de forma lúdica." 
Rinaldo Lima de Andrade

"Esses dias tem sido de grande aprendizado. Não estamos apenas aprendendo Hebraico, Torah e história Judaica, estamos vivendo tudo isso. Cada dia que passa nós estamos escrevendo uma nova página na história dos Bnei Anussim do Brasil, não só isso, estamos escrevendo um novo capítulo na história de am Israel." Jeff Martins
"Dias de bastante aprendizado, de viver realmente o que é judaísmo. Incrível ver como o Rav e a rabanit Jacque se dedicam e demonstram carinho a cada dia pra nos ensinar e mostrar tantas coisas interessantes. Aulas fundamentais para adquirir conhecimento e que também nos mostra como realmente se deve conviver em comunidade." Luana Moreira
Rabino Ventura e Jacque Ventura 
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Parashat Pnechas

A Parashat Pinechas Resumida


A Parashá Pinechas começa com D'us concedendo sua bênção de paz e sacerdócio a Pinechas, o neto de Aharon, por assassinar um príncipe da tribo de Shimeon e uma princesa medianita enquanto estavam envolvidos em um ato licencioso em público (ao final da Porção da Torá da semana passada).
A reação zelosa de Pinechas salva o povo judeu de uma peste que havia irrompido no campo. D'us ordena a Moshê e Eleazar (filho e sucessor de Aharon como Sumo sacerdote) a conduzir um novo recenseamento de toda a nação, o primeiro feito em quase trinta e nove anos.
A Torá então relata a reivindicação feita pelas cinco filhas de Tslofchad por uma parte da herança na terra de Israel, pois não tinham irmãos e o pai morrera no deserto. D'us concorda, e pelo mérito destas mulheres justas muitas das leis sobre herança são ensinadas. Depois que D'us mostra a terra de Israel do topo de uma montanha, Moshê recebe ordens de transmitir seu manto de liderança a Yeoshua, colocando a mão sobre sua cabeça, pois Moshê não entraria no país.
A porção da Torá conclui com uma completa descrição dos corbanot, sacrifícios, especiais a serem ofertados nos vários dias festivos durante o ano, acima e além do sacrifício (corban tamid) que é trazido toda manhã e tarde. Estas seções são também lidas na Torá por todo o ano, nos dias festivos apropriados.

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CAMISETAS DO SINAGOGA SEM FRONTEIRAS

Camiseta personalizada da SINAGOGA SEM FRONTEIRAS com estampa "JUDAÍSMO DE RAIZ" disponível em diversos tamanhos. MODELO MASCULINO. 
Camiseta personalizada da SINAGOGA SEM FRONTEIRAS com estampa "EU AMO TORÁ" disponível em diversos tamanhos. MODELO MASCULINO. 
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17 DE TAMUZ - O dia 17 de Tamuz - Jejum

17 de Tamuz 

# O dia 17 de Tamuz é marcado por tristeza e luto; um dia de jejum e introspecção para o povo judeu. Marca a data em que os romanos romperam as muralhas de Jerusalém para darem início à destruição do Segundo Templo, no ano 70 EC. Nessa mesma data Moshê quebrou as tábuas ao ver o povo judeu adorando o bezerro de ouro. As três semanas mais tristes de nosso calendário vão do dia 17 de Tamuz até 9 de Av -Tishá BeAv. São marcadas por um período de luto pela destruição do Templo Sagrado e o consequente exílio físico e deslocamento espiritual - no qual ainda nos encontramos: a galut. É chamado de ben hametsarim - "entre os apertos", baseado no versículo (Echá 1:3) que declara: "Todos seus perseguidores alcançaram-na dentro dos apertos." Os Sábios (Echá Rabá 1) explicam que 'dentro dos apertos' refere-se a dias de aflição que ocorreram no período entre 17 de Tamuz e 9 de Av. Nesse período, muitas calamidades abateram-se sobre o povo judeu através das gerações. Foi durante este período, dentro dos apertos, que tanto o primeiro quanto o segundo Templos foram destruídos. Este período foi portanto estabelecido como um tempo de luto pela destruição dos Santuários. Durante essa época, diminuímos a extensão de nosso júbilo. Casamentos não são realizados, abstemo-nos de ouvir música, dançar, fazer viagens recreativas, e de cortar os cabelos ou barbear-nos. Segundo o costume sefaradita, que é baseado na opinião de Bet Yossef, cortes de cabelo são permitidos até a semana na qual Tish'á Beav realmente cai. Costuma-se não recitar a bênção Shehecheyanu nesse período. Dessa maneira, não vestimos roupas novas ou ingerimos frutas que ainda não tenham sido comidas nessa estação, para que não tenhamos que recitar Shehecheyanu. Entretanto, quando confrontados com uma oportunidade de cumprir uma mitsvá que passará - como por exemplo, uma circuncisão ou um pidyon haben - então é feita a bênção. Da mesma forma, se uma fruta nova estiver disponível nesse período de três semanas e talvez não esteja depois, Shehecheyanu é recitada. Como é costumeiro permitir que seja recitada a bênção no Shabat, é preferível guardar a nova fruta até o Shabat. Uma mulher grávida que tenha vontade de comer a fruta, porém, ou uma pessoa doente que necessita dela para sua saúde, pode recitar Shehecheyanu durante as três semanas. Costuma-se ser ainda mais cuidadoso que o normal ao se evitar situações perigosas. Pessoas devotas separam um período de tempo para reflexão e luto pela destruição de ambos os Templos. Em algumas comunidades costuma-se recitar o Ticun Chatsot mesmo ao meio dia.
#Reflexões sobre o mês de Tamuz Há alguns fatos que ocorreram nessa data e que merecem ser citados. O dia 17 de Tamuz é um dia de jejum em lembrança à cinco tragédias que assolaram o povo judeu em diversas épocas de sua história. O primeiro desses foi o fato de Moshê ter quebrado as Tábuas da Lei. Nas preces de Selichot, rezadas nesse dia, há menção à quebra das Tábuas, sem referência ao motivo (o bezerro de ouro). Isto porque a milagrosa escrita Divina gravada nas Tábuas nunca mais foi recuperada. Foi perdida para sempre essa forte revelação Divina cujas letras estavam gravadas de fora a fora, de forma legível sob qualquer ângulo e cuja mensagem podia ser claramente transmitida, sem qualquer possibilidade de distorção. O número 21 (soma dos dias das Três Semanas) forma a palavra hebraica Ach, que significa apenas; 17 (de Tamuz) tem o valor numérico da palavra hebraica Tov, bem. Ambas iniciam um versículo que diz: "Ach tov Leyisrael", "Apenas o bem para Israel". Isto mostra que, de modo mais profundo, os acontecimentos desagradáveis das Três Semanas, na realidade, levarão somente a coisas boas. Número três, no judaísmo, representa perfeição e eternidade. E assim está escrito: "A corda tríplice não se desmanchará facilmente". De fato, esse número é recorrente: há três Patriarcas, três Festas de Peregrinação, a Lei Escrita é composta de três partes (Torá, Neviim e Ketuvim), entregue no terceiro mês após a saída do Egito, ao povo judeu formado por três grupos (Cohen, Levi e Yisrael) etc. Se o número três é tão significativo, por que então tantas tragédias recaíram sobre o povo judeu durante as Três Semanas? A resposta é que todo esse sofrimento são etapas que levam à Era Messiânica. Isto é aludido ao fato de os dois jejuns, 17 de Tamuz e 9 de Av, sempre coincidirem com o mesmo dia da semana do Sêder de Pêssach, quando comemoramos a saída do Egito e nossa libertação.
Fonte(texto acima): https://pt.chabad.org


Moré Ventura fala sobre o dia 17 de Tamuz em Live You Tube (Ao Vivo)