Esta semana lemos a Porção final
de Shemot, um livro que começa com o povo judeu escravizado pelo faraó no Egito
e agora termina com a compleição da construção do Mishcan no deserto.
Os comentaristas referem-se a
este segundo livro como o Livro da Redenção, e este é seu tema desde o início
da Parashá Shemot até o final de Pecudê. A Redenção não foi conseguida somente
ao escapar da escravidão; receber a Torá no Monte Sinai deu um propósito a esta
liberdade, e o repouso da Presença de D'us entre Sua nação (o resultado da
conclusão do Mishcan) assinala o clímax da salvação.
A Parashá Pecudê começa com uma
contabilidade completa do ouro, prata e cobre doados pelo povo para uso no
Mishcan. A Torá prossegue descrevendo os tecidos e a confecção das várias
vestes a serem usadas pelo Cohen Gadol (Sumo-sacerdote) durante o serviço. Após
a inspeção de Moshê e aprovação dos muitos utensílios e partes desmontadas,
Moshê estabelece o Mishcan em Rosh Chôdesh Nissan enquanto cada parte é ungida
e colocada no lugar que lhe foi destinado. E como D'us havia prometido, Sua
glória preenche o Mishcan
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